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Correio da Manhã

Boa Vida
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Junto ao rio em Miranda do Corvo

Três moinhos de farinha e um lagar de azeite servem agora de alojamento.
Gonçalo Silva 12 de Setembro de 2018 às 16:20
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Turismo rural de Sete Quintas, em Miranda do Corvo
Junto ao rio Dueça, em Retorta, Miranda do Corvo, três antigos moinhos de farinha e um lagar de azeite estiveram ao abandono cerca de 80 anos. Recuperados, servem hoje de alojamento a quem visita a região, disponibilizando quatro quartos e uma suite familiar, onde a tranquilidade é fator-chave.

Rodeado de árvores e afastado das restantes habitações da aldeia, o projeto de Turismo Rural Sete Quintas convida os visitantes ao contacto com a natureza. Conta com uma decoração rústica e cuidada disponibilizando muitos recantos tranquilos junto ao rio, onde é possível relaxar e observar vários animais junto à água.

O ambiente é familiar e a agricultura biológica é uma realidade na quinta local. Os alimentos são colhidos na horta da unidade e confecionados com a ajuda de um fogão a lenha, numa cozinha onde o gás não entra.

O pequeno-almoço é escolhido pelo visitante no dia anterior e poderá ser servido, assim como outras refeições, junto à água. Para lembrar o que foi o espaço, um museu dá a conhecer o processo de produção de azeite. O lagar e os moinhos eram movidos a água e vários objetos dão a conhecer como o trabalho era feito há décadas. São ainda servidos pratos tradicionais da zona como a chanfana de cabra.

Onde fazer e o que comer
O Parque Biológico da serra da Lousã é um espaço que dá privilégio à fauna e flora nacionais, onde podem ser observados vários animais. 

O Templo Ecuménico Universalista é destinado à reflexão espiritual de pessoas de diferentes religiões e promove valores da humanidade.

O Museu da Chanfana serve sabores à base de carne de cabra, como a chanfana e os negalhos, que são um ponto forte da gastronomia da região.






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