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Correio da Manhã

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Dead Combo iniciam hoje em Lisboa digressão de despedida

Pedro Gonçalves e Tó Trips criaram duas personagens: o gangster e o cangalheiro.
Miguel Azevedo 6 de Dezembro de 2019 às 17:02
Dead Combo
Dead Combo FOTO: Miguel A. Lopes
Andavam Pedro Gonçalves e Tó Trips por áreas diferentes da música, quando um convite em 2003, para gravarem um tema de tributo a Carlos Paredes, os juntou. Sob o nome de Dead Combo, criaram então duas personagens que podiam "perfeitamente ter sido retiradas de um livro de quadradinhos": o gangster e o cangalheiro.

De lá para cá gravaram seis álbuns de originais, deram centenas de concretos em Portugal e no Mundo e tornaram-se heróis de carne e osso. E assim construíram uma história que agora chega ao fim, 16 anos depois.

A digressão de despedida arranca sexta e sábado na Galeria Zé dos Bois, no Bairro Alto, onde a dupla começou a tocar. E a história dos Dead Combo acaba precisamente como começou, apenas e só com os dois músicos em palco, mas com festa garantida.

"Se todos estes anos foram uma grande festa nas nossas vidas, não poderia ser de outra forma o nosso final. Decidimos acabar, mas acabar em grande. Não é um final triste, há muita coisa para ser celebrada", informava o grupo no início de outubro, quando anunciou o fim.

A digressão de despedida prossegue em 2020 com concertos por todo o País até março. Castelo Branco, Sesimbra, Estarreja, Porto e Albufeira são alguns dos locais previstos.
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