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É preciso coragem para fazer este caminho ao volante de um Mercedes

Entre vales, serras e trilhos, com caminhos de ruas estreitas, subidas e descidas que impõe respeito, e ainda a chuva e o nevoeiro a dificultarem a viagem. Aceitaria o desafio?
18 de Outubro de 2021 às 09:33
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Caminhar ao volante pelos Caminhos de Santiago com a Mercedes-Benz

Num repto lançado pela Mercedes-Benz a cem participantes, lançámo-nos numa aventura que augurava tudo de bom. E foi ainda melhor!

O desafio era simples: fazer os Caminhos de Santiago ao volante de automóveis Mercedes-Benz com tecnologia 4MATIC, com passagem obrigatória por locais culturais e historicamente emblemáticos, ao mesmo tempo que se punham à prova os conhecimentos de leitura de road book e as capacidades técnicas de condução todo-o-terreno dos felizes destemidos.

E assim nos propusemos "caminhar ao volante", de 1 a 5 de outubro, com a natureza como companhia. Feitos peregrinos da era moderna, o programa era trilhar caminhos que, de outra forma, seriam apenas possíveis a pé, tal como em tempos idos. E foi o que fizemos.


Diário de bordo

Os dados estavam lançados e as expectativas ao rubro. A caravana de 50 automóveis Mercedes-Benz 4MATIC – com os modelos G, GLC, GLE, GLB, GLA, GLK e ML – viu o sinal de partida em Trancoso, onde Joel Cleto, historiador e contador de histórias, levantou um pouco do véu histórico das paragens que se seguiriam.


O início de uma viagem memorável


Sob o céu azul, a primeira etapa começou com a subida à Capela de Santo Estêvão de Nossa Senhora ao Pé da Cruz.

Ainda invadidos pela luz e calmaria deste lugar, passámos pelas casas nobres e vestígios romanos do Centro Histórico de Sernancelhe em direção ao Mosteiro de S. João de Tarouca, o mais antigo mosteiro português da Ordem de Cister que tem por vizinhos a capela de Santa Umbelina e a capela de Santo António. Aqui fizemos a primeira paragem – ou não fosse este monumento, cuja primeira pedra foi lançada no ano de 1152, digno de contemplação.

Prosseguindo viagem vimos Ucanha, terra das tão afamadas ponte e torre onde a passagem dos romanos ainda se lê, e retemperámos energias em Lamego, com a escadaria de Nossa Senhora dos Remédios como pano de fundo.

Já a caminho das famosas quedas de água das Fisgas de Ermelo, eis que a chuva e o nevoeiro decidem aumentar o grau de dificuldade do desafio, superado com distinção por todos os condutores e acompanhantes. Em Ribeira da Pena, chegou o merecido descanso antes da etapa seguinte.



À descoberta de um Portugal interior


O dia nasceu soalheiro e a segunda etapa começou bem cedo, com a animação em alta para desbravar caminhos desconhecidos.

Partimos em direção ao Santuário de Nossa Senhora do Viso, onde fomos brindados por uma magnífica vista sobre o Tâmega e as várias localidades do concelho de Celorico de Basto.

A viagem continuou por ruas estreitas e povoações interiores que faziam a festa ao passar da caravana, até à Aldeia da Agra, às suas casas de pedra e carroças, num quadro aparentemente intocado pelo tempo.

Nas deslumbrantes paisagens das terras do Douro, saciaram-se estômago e vista com o almoço no Gerês, a visita ao Santuário de S. Bento da Porta Aberta e a passagem pelo Santuário de Nossa Senhora da Abadia. Tudo regado com pitadas de tradição, como os mercados ao ar livre cheios de frescos da época – e até chá da região, ainda colhido por quem o vende. Justa contrapartida pela galhardia demonstrada na subida à serra do Gerês, que impõe muito respeito.

O dia terminou em beleza com a visita guiada ao Mosteiro de Tibães (que abriu as suas portas há muito não abertas), organizada exclusivamente para o nosso grupo de aventureiros.

Chegados a Viana do Castelo, o repouso veio com cheiro a maresia.





A caminho da meta


No dia seguinte, apesar de o cansaço já se fazer sentir, ninguém baixou os braços e havia estrada a fazer: era hora de subir ao Monte de Santa Luzia e seguir para o topo da serra de Arga para visitar o famoso Mosteiro de S. João d’Arga, cuja capela é conhecida pela imagem de S. João e S. Miguel com o "diabo das esmolas" – que leva crentes a rezar aos santos ao mesmo tempo que põem uma moeda na mão do demo, não vá o diabo tecê-las!

Já em terras de Espanha, fomos do miradouro sobre o rio Minho até; à imponente e lendária Igreja do Mosteiro de Oia da Ordem de Cister onde, durante séculos, os peregrinos restabeleciam as suas forças antes de chegar a Santiago.

Mais uma tradição cumprida, depois do êxito conseguido numa etapa cheia de descidas de corta-fogo e subidas íngremes de curva e contracurva em caminhos estreitos e vegetação serrada. Uma das maiores descidas de corta-fogo tinha cerca de 13% de inclinação! Ao volante do Mercedes-Benz com a tecnologia 4MATIC, esta prova de todo-o-terreno foi superada por todos com técnica e valentia!



A chegada: Compostela


No decorrer da caminhada noturna de 5 km até à Catedral de Santiago, debaixo de chuva e com os bispos da Guarda e de Viseu, a emoção da chegada.

A caravana de 50 automóveis entrou em Santiago no dia seguinte e o momento ficou marcado com a famosa fotografia de grupo, que ficará para a história de todos os venturosos convocados.

Unir o útil ao agradável nunca foi tão divinal. Além da visita guiada para conhecer a história da Catedral, que neste ano Jacobeu encontra a Porta Santa aberta, todos os participantes do Mercedes-Benz 4 MATIC Experience assistiram à Missa do Peregrino, onde a majestosa cerimónia de encerramento do Botafumeiro – propositadamente dedicada a todos os que fizeram os Caminhos de Santiago de forma diferente, irreverente e inesquecível – teve lugar.

Esta foi uma viagem de 485 quilómetros, percorridos entre Trancoso e Santiago de Compostela, dos quais 220 foram em off-road. A tecnologia 4 MATIC e o equipamentos dos automóveis, nomeadamente o DSR, permitiram as descidas e passagens em lama sempre com total segurança.



São muitos os caminhos que levam a Santiago, mas o que percorremos ao volante por vales, serras e trilhos não tem outra descrição senão esta: um verdadeiro encontro com a natureza e a contemplação com a história e a tradição. Sem dúvida, a repetir.