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Monitorização à distância ganha o “challenge” da Santa Casa

Tecnologia permite aos cuidadores poupar tempo e serem mais eficazes nas suas tarefas.
4 de Junho de 2020 às 12:44
Um dos vencedores é português, o outro veio do Reino Unido para apresentar novas soluções, mais rápidas e seguras, de prestar assistência aos idosos.
O britânico Thomas Tredinnick foi um dos vencedores com o sistema de monitorização Ally Smart Check-In's.
O SmartAL foi uma das soluções vencedoras. Célia Gonçalves, gestora de produto da Altice.
Um dos vencedores é português, o outro veio do Reino Unido para apresentar novas soluções, mais rápidas e seguras, de prestar assistência aos idosos.
O britânico Thomas Tredinnick foi um dos vencedores com o sistema de monitorização Ally Smart Check-In's.
O SmartAL foi uma das soluções vencedoras. Célia Gonçalves, gestora de produto da Altice.
Um dos vencedores é português, o outro veio do Reino Unido para apresentar novas soluções, mais rápidas e seguras, de prestar assistência aos idosos.
O britânico Thomas Tredinnick foi um dos vencedores com o sistema de monitorização Ally Smart Check-In's.
O SmartAL foi uma das soluções vencedoras. Célia Gonçalves, gestora de produto da Altice.

Possibilita a monitorização remota de sinais vitais e apoia o utente nas atividades diárias relacionadas com a saúde, o bem-estar e a segurança, desde a toma de medicação e lembretes de atividade física. Por tudo isso, o SmartAL, da Altice, foi um dos projetos vencedores do Santa Casa Challenge. De acordo com Célia Gonçalves, gestora de produto da Altice, através do SmartAL "é possível criar planos de acompanhamento e automatizar a monitorização do utente, possibilitando a deteção precoce de alterações no estado de saúde".

"O sistema oferece ainda a possibilidade de comunicação à distância para um acompanhamento contínuo, quer através do envio de inquéritos e conteúdos educativos, quer através de vídeo-consulta, chat, lembretes e notificações, o que se torna especialmente útil no atual contexto de pandemia", explica.

Acessível através de vários tipos de interfaces (tablet, TV, PC, smartphone), envolve toda a rede funcional de apoio, sejam "família, profissionais ou instituições".

Uma solução que até podia andar de braços dados com o outro vencedor deste desafio veio de terras de sua Majestade: Thomas Tredinnick, que criou o sistema de monitorização Ally Smart Check-In's que usa a inteligência artificial, o som e o movimento corporal para alertar os cuidadores (através de um aplicativo móvel) quando os idosos se movem ou precisam de assistência.

Thomas tirou os ensinamentos da experiência vivida com a própria avó. "Quando foi para um lar, a sua saúde sofreu um abalo. E não teve nada a ver com o lar ou o pessoal que cuidava dela, que eram excecionais. Era a forma como fazia a vigilância noturna. O staff vai aos quartos várias vezes ao longo da noite ver se está tudo bem, o que causa interrupções no sono.

Além disso, esse método nem sempre é eficaz: a minha avó teve de ser hospitalizada algumas vezes por cair ao tentar levantar-se sozinha". Ou seja, o método tradicional não garante que os cuidadores estejam por perto quando realmente são precisos. Felizmente, têm novas ajudas extras para intervir atempada em situações de vulnerabilidade.

"Maior esperança de vida traz novos desafios"

Portugal tem vindo a registar, nas últimas décadas, transformações demográficas importantes. "A esperança média de vida é de 81,5 anos para a população portuguesa. No entanto, o crescimento da população sénior traz desafios à sociedade e aos sistemas de saúde e de apoio social, nomeadamente, o isolamento geográfico e social, a crescente prevalência das doenças crónicas e graus de dependência cada vez mais diferenciados que requererem cuidados mais próximos e continuados e durante períodos de tempo mais longos", alerta Célia Gonçalves.

Esta realidade tem impulsionado a adoção de novos modelos de organização de cuidados. "É aqui que a tecnologia e os sistemas de informação têm vindo a adquirir o seu espaço e relevância, contribuindo para a identificação precoce de situações de risco, facilitando diagnósticos, permitindo que os idosos se sintam mais acompanhados e seguros", justifica.