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Daesh reivindica atentado que fez 20 mortos em catedral das Filipinas

Pelo menos mais 77 pessoas ficaram feridas na ilha de Jolo, na sequência da explosão de duas bombas em frente a uma catedral católica romana.
27 de Janeiro de 2019 às 17:25
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas
Atentado terrorista na catedral de Jolo, nas Filipinas

O grupo terrorista Daesh reivindicou este domingo o atentado que matou pelo menos 20 pessoas numa catedral das Filipinas. Outras 81 pessoas ficaram feridas no ataque, que aconteceu em Jolo, ilha da região de Sulu, no sul do país. Em comunciado difundido através da agência Amaq - que divulga as notícias do grupo terrorista - foi assumida a autoria do atentado.

A primeira bomba explodiu à entrada da catedral de Jolo durante uma missa dominical, seguida de uma segunda explosão fora do complexo, explicaram as autoridades.

Entre os mortos e feridos estão soldados e civis, informou, chefe da Polícia Nacional das Filipinas, Oscar Albayalde.

De acordo com o último balanço da polícia regional, há 20 mortos. Entre os feridos mais de 60 são civis.

O Governo anunciou em comunicado que vai perseguir os responsáveis "até que todos sejam levados à justiça e colocados atrás das grades. A lei não lhes dará misericórdia".

"Direcionei as nossas tropas para aumentarem o nível de alerta, protegerem todos os lugares de culto e lugares públicos e vamos iniciar medidas de segurança pró-ativas para impedir mais planos hostis", apontou o secretário de Defesa, Delfin Lorenzana, em comunicado.

A ilha de Jolo há muito tem sido perturbada pela presença de militantes de Abu Sayyaf, que estão na lista negra dos Estados Unidos e das Filipinas como uma organização terrorista.

O ataque ainda não foi reivindicado, contudo as autoridades suspeitam do grupo extremista Abu Sayyaf, um grupo islâmico que prometeu lealdade ao Daesh.

Fundado em 1991 por alguns ex-combatentes da guerra do Afeganistão contra a antiga União Soviética, são atribuídos ao Abu Sayyaf alguns dos mais sangrentos atentados dos últimos anos nas Filipinas e vários sequestros com os quais se financia.

O grupo foi responsabilizado pelo pior ataque terrorista no país, quando uma explosão e incêndio a bordo de um ferry, ao largo de Manila, causou a morte de mais de 100 pessoas.

O ataque de hoje acontece uma semana depois de mais de dois milhões de filipinos da comunidade de maioria muçulmana no sul do país, onde se inclui a ilha de Jolo, terem sido chamados a participar num referendo para tornar esta região mais autónoma, como solução para acabar com cinco décadas de conflito.

Jolo chefe da Polícia Nacional das Filipinas Filipinas Oscar Albayalde Governo Delfin Lorenzana
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