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Bataclan reabriu com concerto de Sting

Sala de espetáculos recebe os Resistência em janeiro.
Lusa 12 de Novembro de 2016 às 20:23
O cantor britânico Sting
O cantor britânico Sting
Concerto do cantor britânico Sting no Bataclan
Concerto do cantor britânico Sting no Bataclan
Flores no Bataclan
Flores no Bataclan
Paris, Bataclan, Sting, Resistência, Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, artes, cultura e entretenimento
Paris, Bataclan, Sting, Resistência, Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, artes, cultura e entretenimento
O cantor britânico Sting
O cantor britânico Sting
Concerto do cantor britânico Sting no Bataclan
Concerto do cantor britânico Sting no Bataclan
Flores no Bataclan
Flores no Bataclan
Paris, Bataclan, Sting, Resistência, Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, artes, cultura e entretenimento
Paris, Bataclan, Sting, Resistência, Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, artes, cultura e entretenimento
O cantor britânico Sting
O cantor britânico Sting
Concerto do cantor britânico Sting no Bataclan
Concerto do cantor britânico Sting no Bataclan
Flores no Bataclan
Flores no Bataclan
Paris, Bataclan, Sting, Resistência, Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, artes, cultura e entretenimento
Paris, Bataclan, Sting, Resistência, Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, artes, cultura e entretenimento

O Bataclan reabriu hoje, na véspera do primeiro aniversário dos atentados de Paris, com um concerto do cantor britânico Sting, e o programa desta cada de espetáculos inclui, em janeiro, um concerto da banda portuguesa Resistência.

Tim, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Pedro Jóia, Mário Delgado, Alexandre Frazão e José Salgueiro são os Resistência que vão tocar em Paris, disse à agência Lusa um dos músicos.

A banda portuguesa vai atuar no dia 29 de janeiro, no âmbito das celebrações dos 25 anos da associação de jovens lusodescendentes Cap Magellan, como disse à Lusa uma das suas dirigentes.

"Quando soubemos que a sala ia reabrir em finais de 2016, fizemos o necessário para [o concerto] ser no Bataclan. Um grupo que se chama Resistência dar um concerto no Bataclan, com toda a história recente e o simbolismo da sala, pareceu-nos uma escolha natural", disse Luciana Gouveia, delegada-geral da associação.

O concerto encerra o programa da comemoração dos 25 anos da associação, que vai ser constituído por várias atividades, sob o tema dos "Estados Gerais da Lusodescendência", que se iniciam no dia 28.

O projeto Resistência surgiu no início da década de 1990, reunindo vários músicos, provenientes de diversas bandas, com um repertório assente em novos arranjos musicais de canções existentes.

O grupo, além de alguns de músicos que vão tocar a Paris, tem incluído também nomes como os de Fredo Mergner, Pedro Ayres Magalhães, Yuri Daniel e Rui Luís Pereira (Dudas), assim como Teresa Salgueiro, Filipa Pais e Anabela Duarte.

Dos êxitos do grupo contam-se, entre outros, "Amanhã é Sempre Longe Demais", "Chamaram-me Cigano", "Circo de Feras", "Fado", "Fim", "Marcha dos Desalinhados", "Não Sou o Único", "Nasce Selvagem", "Só no Mar", "Timor", "Voz-Amália-de-Nós", "Canção de Amor" e "Ser Maior".

A sala Bataclan, localizada no centro da capital francesa, foi alvo dos atentados da noite de 13 de novembro do ano passado, que causaram 130 mortos. O assalto armado à sala de espetáculos causou a morte de 90 pessoas.

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