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Empresas portuguesas em Moçambique não estão à espera do gás -- ministro da Economia

Lusa 31 de Agosto de 2016 às 17:25

O ministro da Economia de Portugal rejeitou hoje, em Maputo, a ideia de que as empresas portuguesas em Moçambique aguardam o efeito multiplicador da exploração do gás numa economia em crise e reiterou a presença de longo-prazo neste mercado.

"Eu não vi as empresas portuguesas à espera, vi as empresas a continuar a trabalhar e a manter a sua presença", disse à Lusa Manuel Caldeira Cabral, que encerra hoje uma visita de três dias a Moçambique, onde participou, na segunda-feira, na abertura da Feira Internacional de Maputo (Facim).

A economia moçambicana vive um período de arrefecimento e está a ser atingida por uma forte desvalorização do metical, descida dos preços das matérias-primas e acentuada diminuição do investimento e da ajuda externa, mantendo, porém, a perspetiva de receitas milionárias e um efeito multiplicador em todos os setores quando houver avanços na exploração do gás natural na bacia do Rovuma, norte do país, uma das maiores reservas do mundo.