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Empresas contestam venda da EGF à SUMA por "estrangular iniciativa privada"

Lusa 12 de Dezembro de 2014 às 17:09

A compra da EGF (Empresa Geral do Fomento) pela SUMA, o consórcio liderado pela Mota-Engil, cria distorções "para a concorrência no setor dos resíduos em Portugal" e "estrangula a iniciativa privada", segundo um documento enviado à Autoridade da Concorrência.

O documento, a que a Agência Lusa teve acesso, subscrito por nove empresas, critica nomeadamente a possibilidade de os contratos de concessão se prolongarem por 50 anos e o "agravamento das condições concorrenciais".

Em causa, segundo os subscritores (Cespa, da espanhola Ferrovial, Citri, Fomentinvest Ambiente, Hidurbe, da Somague, Recolte, da Teixeira Duarte, Rede Ambiente, Semural, Recivalongo e Retria) está o facto de a SUMA, "enquanto empresa privada poder passar a usar infraestruturas públicas, por si não custeadas", baixando os custos das suas atividades.