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Correio da Manhã

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Michael Jackson tinha inibidor de drogas

Implante interno encontrado no cadáver do 'Rei da Pop'.
15 de Abril de 2013 às 09:56

A autópsia feita a Michael Jackson, o 'Rei da Pop' que morreu vítima de overdose de comprimidos a 25 de junho de 2009, na sua casa de Los Angeles, Estados Unidos, revelou que o cantor norte-americano tinha um implante cutâneo de Naloxona, uma substância química usada para atenuar a dependência de drogas.

A revelação foi feita durante as primeiras sessões do julgamento que opõe Katherine Jackson, a mãe de Michael, à AEG, uma multinacional promotora de concertos e eventos musicais que, poucos meses antes da morte do cantor, fechou com ele um contrato para a realização de 50 espetáculos em Inglaterra. A família do 'Rei da Pop' quer ser ressarcida em cerca de 40 mil milhões de dólares (cerca de 30,5 milhões de euros), alegando danos patrimoniais e morais pelo facto de a AEG ter contratado Conrad Murray para médico de Michael Jackson durante a tourné. Recorde-se que um tribunal de Los Angeles condenou Murray a prisão efetiva num julgamento terminado no ano passado, considerando-o culpado de negligência na morte de Michael Jackson. Segundo a autópsia, o cantor morreu vítima de paragem cardio-pulmonar, provocada por uma injeção excessiva de Propofol, um anestético no qual alegadamente seria viciado.

O relatório da autópsia a Michael Jackson foi agora recuperado no processo cível da sua família contra a AEG. David Fournier, um antigo médico do artista, disse em tribunal que o cantor usava o implante de Naloxona desde 2003, na tentativa de conter a dependência de heroína e ansiolíticos de que padecia.

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