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PCP insiste em SMN de 600 euros e exorta governo a "rechaçar manobras" do patronato

Lusa 9 de Dezembro de 2016 às 13:08

O PCP exigiu hoje um aumento extraordinário do Salário Mínimo Nacional (SMN) para os 600 euros já em janeiro e instou o Governo PS a "rechaçar manobras e pressões do patronato" para eventuais contrapartidas em concertação social.

Em conferência de imprensa na sede do PCP, em Lisboa, o dirigente Paulo Raimundo anunciou que no próximo dia 15 os comunistas farão "uma jornada de contactos com os trabalhadores" para dar suporte ao debate no dia seguinte na Assembleia da República do projeto de resolução para o aumento do SMN para os 600 euros em janeiro de 2017.

"O que se impõe é, não contrapartidas para o grande capital, mas sim que o aumento do salário mínimo nacional seja acompanhado da valorização geral dos salários, do combate à precariedade e desregulação dos horários de trabalho, do fim da caducidade da contratação colética, entre outras", disse.