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Correio da Manhã

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Boris Johnson invoca guerra e crise económica para evitar demissão devido ao escândalo das festas

PM britânico tem sido pressionado para se demitir, devido ao desrespeito das restrições da pandemia em Downing Street.  
Lusa 25 de Maio de 2022 às 19:31
Boris Johnson
Boris Johnson
O primeiro-ministro britânico invocou a guerra na Ucrânia e a crise do aumento de custo de vida para continuar em funções, apesar da pressão para se demitir devido ao desrespeito das restrições da pandemia em Downing Street.  

"Tudo o que posso dizer é que penso que, considerando tudo o que está a acontecer agora, cabe-me continuar a servir as pessoas deste país, não só para ajudar a ultrapassar a maior guerra na Europa em 70 anos, mas o enorme aumento do custo de vida, e cumprir os compromissos do programa [eleitoral]", afirmou numa conferência de imprensa. 

Uma sondagem publicada pela empresa YouGov indica que 59% dos britânicos consideram que Johnson deve demitir-se do cargo de primeiro-ministro, embora 83% não acreditem que ele o faça, e 74% pensam que o líder conservador mentiu quando disse que não sabia que estava a violar a lei. 

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