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Correio da Manhã

Cultura
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António Zambujo regressa com novo disco e surpreende com orquestra

Sinfonietta de Lisboa é a convidada de honra para este novo trabalho do fadista.
Miguel Azevedo 21 de Setembro de 2018 às 08:35
António Zambujo
António Zambujo
António Zambujo lançou, em 2016, o disco ‘Até pensei que fosse  minha’
António Zambujo
António Zambujo
António Zambujo
António Zambujo lançou, em 2016, o disco ‘Até pensei que fosse  minha’
António Zambujo
António Zambujo
António Zambujo
António Zambujo lançou, em 2016, o disco ‘Até pensei que fosse  minha’
António Zambujo
Depois de um álbum de versões de Chico Buarque que lhe valeu uma nomeação para os Grammy, António Zambujo prepara o regresso aos originais.

O novo disco, ainda sem título definido, entrou na última semana de gravações e para além dos parceiros habituais, entre os quais Miguel Araújo, Pedro da Silva Martins ou João Monge, conta com a participação da Orquestra Sinfonietta de Lisboa em cinco dos novos temas, uma experiência inédita para o músico alentejano.

"Eu já tinha tocado ao vivo com orquestra, mas em estúdio é a primeira vez que o faço, o que também me obrigou a outro tipo de disciplina", explica.

Mais longe dos fados tradicionais do que os seus antecessores, o novo registo conta ainda com algumas estreias no que diz respeito às parcerias autorais, com destaque para Márcia, Paulo Abreu de Lima e Mário Laginha.

"Este é um disco diferente dos anteriores, sem fados tradicionais e que não tem tão evidentes as influências dos discos passados", adianta o fadista que, para este disco, se deixou embeber mais pelos universos de um Tom Waits, Caetano Veloso e Rodrigo Amarante.

De registar as colaborações dos brasileiros Arnaldo Antunes, Rodrigo Maranhão e Cézar Mendes ou não fosse a música brasileira uma das grandes influências de António Zambujo.

São textos e composições de luxo, para quem faz da palavra um ponto de honra. O novo disco chega ao mercado no mês de novembro.
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