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Correio da Manhã

Cultura

Chico Buarque “muito feliz” com Prémio Camões

Presidente Marcelo foi uma das personalidades que se congratulou com atribuição do galardão ao músico e escritor.
Ana Maria Ribeiro 23 de Maio de 2019 às 01:30
Chico Buarque
Chico Buarque
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Chico Buarque
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Chico Buarque
Chico Buarque não se alongou: numa nota curta enviada pelo seu agente à comunicação social, limitou-se a dizer que está "muito feliz e honrado por seguir os passos de Raduan Nassar", o seu compatriota distinguido com o Prémio Camões em 2016.

O músico e escritor brasileiro, de 74 anos, foi anunciado na terça-feira como vencedor do galardão instituído por Portugal e pelo Brasil em 1988 com o objetivo de distinguir um autor "cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento do património literário e cultural da língua comum".

Um prémio que vai na sua 31ª edição e que tem o valor pecuniário de cem mil euros.

As reações à atribuição do prémio "por unanimidade" a Chico Buarque não se fizeram esperar.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa; o primeiro-ministro, António Costa; e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, foram algumas das personalidades que em Portugal deram os parabéns ao músico que é também conhecido no mundo como escritor e tem vários prémios literários no currículo.

"Premiar Chico Buarque só pode ser unânime", comentou o chefe de Estado.

PORMENORES 
Torga foi primeiro
A primeira edição do Prémio Camões aconteceu em 1989 e distinguiu o escritor português Miguel Torga (1907-1995).

13 prémios cada
Portugal e Brasil lideram lista de distinguidos, com 13 prémios cada. Angola, Moçambique e Cabo Verde têm dois cada.

Luandino recusou
Na história deste prémio há uma recusa: o luso-angolano Luandino Vieira não aceitou o galardão, em 2006.
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