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Correio da Manhã

Cultura
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Fadistas protestam em frente à Assembleia da República

Esta noite, a partir das 21h00, vai ouvir-se cantar o fado em frente ao Parlamento. O protesto pacífico conta com vários nomes ligados à canção de Lisboa.
Miguel Azevedo 1 de Março de 2021 às 08:52
António Pinto Basto é um dos artistas que vão participar no protesto pacífico
José da Câmara vai atuar em frente à Assembleia da República
A fadista Dora Maria também vai cantar
António Pinto Basto é um dos artistas que vão participar no protesto pacífico
José da Câmara vai atuar em frente à Assembleia da República
A fadista Dora Maria também vai cantar
António Pinto Basto é um dos artistas que vão participar no protesto pacífico
José da Câmara vai atuar em frente à Assembleia da República
A fadista Dora Maria também vai cantar
António Pinto Basto, José da Câmara, Jorge Fernando, Nuno Barroso ou Dora Maria são apenas alguns dos fadistas que, esta noite, pelas 21h00, irão marcar presença numa manifestação em frente à Assembleia da República, em Lisboa.

A iniciativa ‘Fado na Assembleia’ irá decorrer de forma pacífica, a cantar e a tocar, num palco montado especificamente para o efeito, no qual todos os intervenientes irão interpretar um ou dois fados. O objetivo “é manifestar e honrar os direitos e valores culturais e profissionais, em forma de amor à arte, à música e aos nossos intérpretes e músicos de fado”, lê-se no manifesto da iniciativa.

A manifestação é organizada pelo movimento Defender Portugal, formado no início de 2018 por cidadãos independentes, sem ligações partidárias, que têm como interesse unir e regenerar Portugal, e que em dezembro já tinha lançado um manifesto público “com 13 pontos de interesse, que vão da saúde à educação, passando pela justiça, ambiente ou cultura” explica ao CM Luís Freire, o seu impulsionador.

“Somos apenas um movimento de pessoas isentas, da sociedade civil que pretende sensibilizar para as medidas contraproducentes que têm sido tomadas nos últimos tempos em Portugal. Queremos gerar alertas e apontar soluções nas mais variadas áreas”, adianta ainda Luís Freire. A manifestação de hoje, em particular, visa “dar voz às pessoas da cultura, porque os artistas não podem estar calados”.
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