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Correio da Manhã

Cultura
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Feira do Livro supera todas as expectativas

Apesar de ter menos gente - culpa da pandemia de Covid-19 -, a edição deste ano está a agradar aos participantes.
Duarte Faria 4 de Setembro de 2020 às 08:19
Edição deste ano tem medidas excecionais por causa da pandemia. Recinto só pode ter 3500 pessoas em simultâneo
Edição deste ano tem medidas excecionais por causa da pandemia. Recinto só pode ter 3500 pessoas em simultâneo FOTO: Duarte Roriz
Ainda não há dados oficiais de vendas, mas a opinião geral entre os participantes da Feira do Livro de Lisboa é que a primeira semana do evento correu “acima de todas as expectativas”. “O meu moderado otimismo foi superado”, afirma ao CM Bruno Pires Pacheco, secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), responsável pela organização do evento, que arrancou a 27 de agosto e se prolonga até dia 13 deste mês.

A feira deste ano tem “menos gente”, até porque há um limite de 3500 pessoas em simultâneo no espaço (que já foi atingido duas vezes: no passado sábado e domingo), devido à Covid-19, “mas quem vai está a comprar”. “Estão a ser igualadas as vendas do ano passado, ou até superadas, o que é muito bom”, acrescenta Bruno Pires Pacheco. Uma boa notícia para o setor, que vive um momento de sufoco financeiro, após quebras de faturação que chegaram a atingir os 80% em algumas semanas desde o início da pandemia.

De lembrar que a Feira do Livro deste ano, que mais uma vez decorre no Parque Eduardo VII, é a segunda maior de sempre em termos de dimensão. Funciona de segunda a quinta-feira, das 12h30 às 22h00. À sexta e sábado fecha mais tarde (meia-noite) e ao sábado abre mais cedo, às 11h00. No domingo, está aberta das 11h00 às 23h00. A Hora H, com os descontos mínimos de 50% em livros lançados há mais de 18 meses, continua a funcionar de segunda a quinta-feira, entre as 21h00 e as 22h00.
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