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Correio da Manhã

Cultura
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Placa escultórica de Virgem com Menino proposta para tesouro nacional

Proposta vai ser feita à secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira.
Lusa 16 de Abril de 2020 às 12:50
Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural
Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural
Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural
Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural
Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural
Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural
Uma placa em mármore do século XV, representando a Virgem com o Menino, da coleção da Parques de Sintra-Monte da Lua, vai ser proposta para classificação como tesouro nacional, foi esta quinta-feira divulgado em Diário da República.

No anúncio, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) - que fundamenta a proposta com base num parecer da Secção de Museus da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional de Cultura, de 19 de dezembro de 2019 - torna público que tem a intenção de apresentar a proposta à secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira.

A placa em mármore com representação escultórica da Virgem com o Menino e foi atribuída a Gregorio di Lorenzo, Itália, datada do século XV.

A aquisição da peça esteve na base de um prémio atribuído à Parques de Sintra-Monte da Lua, em 2018, pela Associação Portuguesa de Museologia, na categoria Incorporação.

De acordo com um texto publicado por aquela entidade na altura, a peça fez parte das coleção de Francis Cook (1817-1901), no Palácio de Monserrate.

"Tendo sido alienada na década de 1940, esta peça florentina do séc. XV, com uma representação escultórica da Virgem com o Menino, atribuída ao escultor Gregorio di Lorenzo, foi recuperada após um longo processo de negociação, no momento em que corria o risco de ser vendida para o estrangeiro", podia ler-se no texto de então.

No quadro da lei, o processo administrativo original está disponível para consulta, mediante marcação prévia, na DGPC, Divisão do Património Imóvel, Móvel e Imaterial, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, indica o anúncio.

O prazo para os interessados se pronunciarem é fixado em 30 dias úteis, acrescenta.

O anúncio é assinado pelo diretor-Geral do Património Cultural, Bernardo Alabaça.

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