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Correio da Manhã

Cultura
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Protestos da cultura voltam a invadir ruas

Porto, Lisboa e Faro receberam profissionais das artes que exigem medidas.
Miguel Azevedo 5 de Junho de 2020 às 01:30
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
Manifestação no Rossio, em Lisboa, juntou dezenas de pessoas
"Parados Nunca Calados". Foi com este lema que a cultura voltou esta quinta-feira a sair à rua numa manifestação que ocupou a praça do Rossio, em Lisboa, a avenida dos Aliados, no Porto, e o Theatro Lethes, em Faro. Organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculo, do Audiovisual e dos Músicos (CENA- -STE), o protesto voltou a chamar à atenção do Governo para um setor desprotegido, dominado pela precariedade e que na fase da pandemia caiu numa crise sem precedentes.

"Sem que sejam tomadas medidas de emergência e de fundo, as consequências são cada vez mais devastadoras e auguram um efeito prolongado sobre a vida dos profissionais e sobre a Cultura", diz o manifesto que serviu de mote ao protesto. "Enquanto o Ministério da Cultura e o Governo adiam decisões, milhares de trabalhadores viram os seus rendimentos suprimidos ou drasticamente reduzidos."

Ao CM, Rui Galveias, do CENA-STE, revelou que o sindicato reuniu com a tutela a 1 de abril e a 5 de maio, sem resultados. "Vimos sempre com a ideia de que o Governo percebe mal o setor". As reivindicações passam pela exigência de "um fundo de emergência" e de "uma legislação à altura".
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