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Águia voa para o poleiro com trinfo em Vila do Conde

Benfica bate Rio Ave depois de ter estado a perder e sobe ao primeiro lugar da Liga com os mesmos pontos do FC Porto.
Mário Figueiredo e João Moniz 18 de Junho de 2020 às 01:30
Weigl , que se estreou a marcar pelo Benfica, é felicitado pelos  companheiros
Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
Benfica-Rio Ave
Benfica-Rio Ave
Weigl , que se estreou a marcar pelo Benfica, é felicitado pelos  companheiros
Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
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Weigl , que se estreou a marcar pelo Benfica, é felicitado pelos  companheiros
Benfica-Rio Ave
Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
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Benfica-Rio Ave
Benfica-Rio Ave
O Benfica regressou ontem às vitórias e ao comando partilhado com o FC Porto na Liga ao bater o Rio Ave por 2-1, numa partida em que os vila-condenses acabaram com nove jogadores.

Bruno Lage procedeu a algumas mudanças no onze. Foi obrigado a mexer na defesa, devido ao castigo de André Almeida e às lesões de Jardel e Grimaldo. Assim, colocou um quarteto ‘Made in Seixal’, mas que revelou alguma insegurança e falta de rotinas. Na frente, entrou Dyego Sousa para o lugar de Vinícius

Notou-se uma tentativa de mudança de atitude no Benfica, depois da conversa de Luís Filipe Vieira e do empate do FC Porto frente ao Desp. Aves, na véspera. Houve mais vontade e mais pressão sobre a bola, tanto assim que Pizzi teve um livre perigoso, mas a bola acabou por bater em Dyego Sousa.

O Rio Ave não se deixou intimidar pela pressão do Benfica nos primeiro minutos. Defendeu bem e nunca deixou de explorar o contra-ataque, com Nuno Santos, um ex-Benfica, a fazer estragos na ‘tenrinha’ defesa encarnada. Primeiro, é ele quem marca o livre, de forma tensa, que permite a Taremi fazer o 1-0. Depois, numa jogada com os mesmos intervenientes, o avançado rematou contra as pernas de Nuno Tavares, já com Odysseas fora do lance.

O Benfica não conseguiu disfarçar que é uma equipa em pré-época, em que tudo é feito com esforço e à base do talento individual. E foi assim que os encarnados fizeram a sua melhor jogada na primeira parte. Taarabt tirou dois adversários do caminho e cruzou para o golo de Rafa. No entanto, Dyego Sousa estava fora de jogo e tentou jogar a bola. O VAR alertou e Luís Godinho anulou o lance, após ver as imagens.

Na etapa complementar, Lage trocou Dyego Sousa, até então uma nulidade, por Seferovic, e não tardou a obter resultados. Nuno Tavares subiu no terreno e cruzou para a cabeça do suíço, que repôs a igualdade. Isto dois minutos depois de Al Musrati ter sido expulso por duplo amarelo por falta sobre Rafa (a outra foi cometida sobre Pizzi).

Ainda os vila-condenses digeriam o golo sofrido já Nuno Santos estava a vermelho direto por uma entrada sobre Pizzi.

O Rio Ave encolheu-se na defesa do pontinho. Mas a partir daí só deu mesmo Benfica. E o golo da vitória acabou por surgir pela cabeça de Weigl, na sequência de um canto de Pizzi.

Análise ao jogo

Positivo: Seferovic
O avançado suíço teve o condão de reacender a esperança da equipa na reviravolta. Trouxe o golo e o tónico que permitiram a Bruno Lage terminar com um ciclo de cinco empates consecutivos, quatro deles para o campeonato.

Negativo: Dyego Sousa
O internacional português fez um jogo para esquecer depois de ter ganho a titularidade a Vinícius. Trava um remate de Pizzi que ia à baliza, coloca a bola em Taremi no golo e está fora de jogo, ‘anulando’ um golo a Rafa ainda na primeira parte.

Arbitragem: VAR foi ajuda preciosa
Arbitragem positiva de Luís Godinho, que beneficiou da ajuda preciosa do VAR. Bem ao anular o golo a Rafa por fora de jogo de Dyego Sousa e a retificar o cartão amarelo para vermelho numa entrada de Nuno Santos . Al Musrati também foi bem expulso.

Análise dos jogadores
Seferovic - Entrou e aos 48’ já estava a acertar na trave. Fez o 1-1 e ainda desperdiçou um golo feito. Foi, de longe, o avançado mais esclarecido da equipa, o que, por estes dias, vale ouro.
Odysseas – Noite tranquila, sem culpas no bolo sofrido.
Tomás Tavares – O voluntarismo esteve ao mesmo nível do desacerto, mas não foi por ele que a equipa abanou.
Rúben Dias – Intratável na defesa, ainda tentou carregar os colegas para o ataque.
Ferro – Exibição sem erros e um grande corte.
Nuno Tavares – A inexperiência notou-se nalguns lances, mas destacou-se a atacar pelos cruzamentos venenosos: um deu golo e outro Seferovic desperdiçou. E ainda evitou o 2-0, por Taremi, antes do intervalo.
Weigl – Começa a mostrar maior entrosamento com os colegas e isso está a torná-lo mais influente a defender e a atacar. Fez o golo decisivo, o primeiro pelo Benfica, após um canto.
Gabriel – Lentamente vai retomando o seu nível.
Pizzi – Mais uma assistência de bola parada.
Rafa – Muito aplicado, mas ineficaz no último terço.
Taarabt – Foi o melhor elemento a atacar.
Dyego Sousa – Tudo lhe saiu mal. Oportunidade perdida.
Vinícius – Sem confiança.
Chiquinho –Entrou para ajudar no forcing final.
Jota – Nada a registar.
Samaris – Para segurar o 2-1.
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