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Correio da Manhã

Desporto
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Eficácia do Sporting foi suficiente para seguir em frente na Taça

Leões aproveitaram erros do Sacavenense nos minutos finais.
Octávio Lopes 24 de Novembro de 2020 às 01:30
Coates, de cabeça, superiorizou-se à defensiva do Sacavenense, fazendo o segundo golo na partida de ontem à noite no Estádio Nacional
Coates, de cabeça, superiorizou-se à defensiva do Sacavenense, fazendo o segundo golo na partida de ontem à noite no Estádio Nacional FOTO: Lusa
O Sporting eliminou esta segunda-feira o Sacavenense (triunfo por 7-1, no relvado do Jamor) da Taça de Portugal, num jogo pouco vistoso, mas que valeu pela eficácia na hora de rematar à baliza, sobretudo na primeira parte e nos minutos finais da segunda.

A partida começou praticamente com o 1º golo leonino, apontado por Nuno Santos, após um bom passe vertical de Jovane. O Sacavenense sentiu o golo e, até ao intervalo, não efetuou qualquer remate que apoquentasse Max. Com o decorrer dos minutos, o Sporting foi, efetivamente, o ‘dono daquilo tudo’.

Teve quase sempre bola. Fez o 2-0 aos 26 minutos, por Coates de cabeça, após centro bombeado de Nuno Santos, e o 3-0, aos 30’, de penálti, por Jovane, que não teve culpa do tremendo erro de Hélder Malheiro, que viu uma falta sobre Sporar que não existiu. Além dos golos, o leão acertou uma bola no poste (Nuno Santos, 14’), Mota defendeu com os pés um remate venenoso de João Mário e viu algumas bolas passarem muito perto dos ferros.

Após o descanso, o filme repetiu-se nos minutos iniciais - 4-1, para o Sporting, golo de Coates, outra vez de cabeça, na sequência de um centro de Nuno Santos. Desta vez, a formação de Sacavém reagiu. Primeiro, com um remate de Daniel Pinto, por alto. Depois, com um um golo, por Iaquinta, que, após um centro de Bebé, antecipou-se a Matheus Nunes - que estava a jogar a defesa e médio-direito - e bateu Maximiano.

O jogo aqueceu um pouco, mas nunca chegou a estar dividido, embora Max tivesse de ser obrigado a fazer duas intervenções complicadas, perante adversários que lhe apareceram pela frente a rematar forte.

O Sporting, no entanto, dominou sempre. Chegou aos 5-1, golo de Pedro Marques, que culminou de cabeça um cruzamento de Matheus Nunes; aos 6-1, novamente por Pedro Marques - recarga a defesa incompleta de Mota a um centro de Tabata; e aos 7-1, por Gonçalo Inácio, de cabeça, que acorreu com eficácia a um livre na direita de Tabata.

ANÁLISE
Coates e Pedro Marques
Coates marcou dois golos, de cabeça, em que mostrou categoria e grande poder de elevação. Pedro Marques fez o segundo jogo pela equipa principal e... bisou, à ponta de lança.

- Sacavenense
A equipa orientada por Rui Gomes fez uma exibição muito apagada, sobretudo na primeira parte. Reagiu um pouco em períodos do 2º tempo mas caiu a pique no final.

Um erro muito grave
Hélder Malheiro fez uma arbitragem que fica manchada por um erro muito grave, ao assinalar um penálti que só ele viu, num lance normal de futebol entre dois avançados: Iaquinta não fez falta sobre Sporar.

PORMENORES
Coates com 19 golos
Coates, com 19 golos, é o quarto defesa da história dos leões com mais tentos marcados. Morais lidera a lista, com 69, seguindo-se Lúcio, com 35, e Beto, que fez 25.

Revisor Oficial de Contas
A Ernst & Young Audit & Associados - SROC, S. A., foi ontem eleita Revisor Oficial de Contas da SAD do Sporting em assembleia-geral da sociedade leonina.
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