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Futebol tem impacto social de 1,67 mil milhões de euros em Portugal, revela estudo

Entre as 22 federações que integram estudo, a FPF é a 22.ª com melhor SROI - Social Return On Investment.
Lusa 23 de Fevereiro de 2021 às 10:58
Bola de futebol
Bola de futebol FOTO: Reuters
O futebol tem em Portugal um impacto de 1,67 mil milhões de euros (ME), de acordo com o estudo UEFA Grow SROI, que estuda o Retorno Social do Investimento, a que a agência Lusa teve acesso.

Entre as 22 federações que integram o estudo, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) é a 22.ª com melhor SROI (Social Return On Investment) e a terceira ao nível do valor por federado (7,4 mil euros).

Os resultados da FPF, que estão correlacionados ao atual número de jogadores federados em Portugal (224,52 mil) e de voluntários registados, revela que a modalidade tem um impacto na economia de 944,205 ME.

Neste montante, estão integrados 364,81 ME de despesas com jogadores (viagens, refeições, despesas administrativas, equipamentos, etc.) e 579,40 ME em valor das instalações (investimento em infraestruturas e alugueres de campos).

Ao nível da criação de emprego, o estudo aponta para um valor superior a 15 mil euros, numa parcela que integra as instalações e o apoio ao futebol de formação.

O estudo da UEFA considera que o valor representativo do impacto social positivo da população portuguesa ativa ligada ao futebol é de 366,481 ME, com o destaque para o voluntariado (299,06 ME), assim como para a educação e emprego (66,78 ME).

O estudo da UEFA considera que o valor representativo do impacto social positivo da população portuguesa ativa ligada ao futebol é de 366,481 ME, com o destaque para o voluntariado (299,06 ME), assim como para a educação e emprego (66,78 ME).

Nesta vertente, o estudo revela ainda um valor positivo de cerca de 200 mil euros na redução do crime e de quase 460 mil em projetos e programas.

Na prevenção de doenças, o estudo indica ainda um benefício de 64,54 ME na diabetes e em problemas cardiovasculares, 14,98 ME no envelhecimento, sete ME em doenças mentais e 726 mil euros no cancro.

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