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Correio da Manhã

Desporto
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Cinco na frente no alto da Fóia

Joaquim Silva é o melhor, na 16ª posição da geral da Volta ao Algarve.
João Mira Godinho 16 de Fevereiro de 2018 às 08:59
Kwiatkowski foi o mais forte no alto da Fóia, mas foi o colega de equipa, Geraint Thomas (dir.), que vestiu de amarelo
Kwiatkowski foi o mais forte no alto da Fóia, mas foi o colega de equipa, Geraint Thomas (dir.), que vestiu de amarelo FOTO: Filipe Farinha
Um sprint decidiu, esta quinta-feira, no alto da Fóia, no concelho de Monchique, a segunda etapa da Volta ao Algarve. Michal Kwiatkowski (Sky) acabou por vencer mas a amarela foi para o colega de equipa Geraint Thomas, que terminou com o mesmo tempo (4h49m51s), tal como Bauke Mollema (Trek-Segafredo), Daniel Martins (UAE Team Emirates) e Jaime Rosón (Movistar).

Os cinco estão agora empatados na frente da classificação, com Thomas de amarelo, pela classificação por pontos. Entre equipas e ciclistas nacionais, o espanhol Vicente Garcia de Mateos, da Aviludo-Louletano, foi 9º (mesmo lugar na geral) e Joaquim Silva o melhor português, em 14º (16º da geral).

A etapa de montanha, com 187,9 km, que começou em Sagres, Vila do Bispo, foi marcada por uma longa fuga mas ao iniciar-se a subida para a Fóia, a Sky aumentou o ritmo e os fugitivos foram sendo apanhados. Seguiram-se vários ataques até que Vasil Kiryienka, da Sky, ficou isolado na frente, a 8 km da meta.

O já muito reduzido pelotão apanhou-o a pouco mais de 1 km do fim mas, nessa altura, Kwiatkowski e Thomas, que se pouparam na subida, foram mais fortes. "Jogámos de forma algo diferente. Vasil Kiryienka estava na frente, obrigámos as outras equipas a trabalhar forte e no fim ficámos felizes pela vitória", disse Kwiatkowski.

Hoje disputa-se a terceira etapa, um contra relógio individual de 20,3 km, em Lagos.
Volta ao Algarve Joaquim Silva fóia
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