Barra Cofina

Correio da Manhã

Economia

'Almofada' financeira da Segurança Social daria para pagar prestações por 20 meses

Ministra do Trabalho diz que valor corresponde a mais oito mil milhões de euros do que em 2015 e equivale a 10,6% do PIB.
Lusa 26 de Outubro de 2020 às 19:03
Ministra do Trabalho Ana Mendes  Godinho
Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho e Segurança Social
Ministra do Trabalho Ana Mendes  Godinho
Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho e Segurança Social
Ministra do Trabalho Ana Mendes  Godinho
Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho e Segurança Social
O Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social deverá atingir 22,2 mil milhões de ativos em 2021, valor que, num cenário de ausência de receitas, daria para pagar as prestações durante 20 meses, disse hoje a ministra do Trabalho.

O relatório que acompanha a proposta do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) prevê que o FEFSS atinja 22,2 mil milhões de euros no próximo ano, o que faz com que, referiu a ministra Ana Mendes Godinho, o sistema disponha de uma "almofada que garante que, em cenários de falta completa de outras fontes de receita", se pagasse "as prestações durante 20 meses".

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social Ana Mendes Godinho, que está a ser ouvida na comissão de Orçamento e Finanças, no âmbito da apreciação, na generalidade, da proposta do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), disse ainda que aquele valor corresponde a mais oito mil milhões de euros do que em 2015 e equivale a 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB), "que é o valor mais alto em termos de evolução do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social [FEFSS]".

Ver comentários