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Correio da Manhã

Economia
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Confiança dos consumidores aumenta e clima económico recua em janeiro

Dados divulgadados pelo Instituto Nacional de Estatística.
Lusa 28 de Janeiro de 2022 às 10:36
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Moedas FOTO: Getty Images
O indicador de confiança dos consumidores aumentou em janeiro, após ter estabilizado em dezembro e diminuído nos dois meses anteriores, enquanto o indicador de clima económico recuou, mantendo um comportamento irregular desde julho, divulgou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

"O indicador de confiança dos consumidores aumentou em janeiro, após ter estabilizado em dezembro e diminuído nos dois meses precedentes, de forma significativa em novembro. O indicador de clima económico diminuiu em janeiro, tendo vindo a apresentar um comportamento irregular desde julho", apontam os resultados dos inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores do INE.

Em janeiro, os indicadores de confiança diminuíram na indústria transformadora e nos serviços.

Em sentido inverso, aumentaram na construção e obras públicas e no comércio.

"O saldo das perspetivas dos consumidores sobre a evolução dos preços diminuiu em dezembro e janeiro, após os aumentos observados entre setembro e novembro, que resultaram no valor máximo dos últimos 10 anos", refere o INE.

Já as expectativas dos empresários da construção e obras públicas sobre a evolução futura dos preços de venda "voltaram a registar o valor máximo da série, reforçando o acentuado movimento ascendente observado desde maio".

De acordo com o instituto estatístico, o saldo das perspetivas de evolução futura dos preços de venda no comércio também aumentou em janeiro, atingindo o valor máximo da série iniciada em maio de 2003.

No mesmo sentido, o saldo das expectativas de evolução dos preços de prestação de serviços subiu em janeiro, "contrariando a redução observada no mês precedente e retomando um nível próximo do máximo da série registado em novembro de 2005".

Quanto à indústria transformadora, "foi o único setor de atividade em que as expectativas de preços de venda diminuíram em janeiro, depois de ter atingido em dezembro o valor máximo desde outubro de 1990".

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