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Correio da Manhã

Economia
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Ministério Público defende redução de coimas aplicadas ao Montepio pelo BdP

Em causa estão infrações por alegadas violações das regras de controlo interno e incumprimento nos deveres de implementação de controlo interno.
Lusa 11 de Janeiro de 2021 às 21:47
Banco de Portugal
Banco de Portugal FOTO: Tiago Sousa Dias
O Ministério Público defendeu esta segunda-feira a redução das coimas de cerca de cinco milhões de euros, aplicadas ao Montepio, ao seu antigo presidente Tomás Correia e sete ex-administradores, mas o Banco de Portugal (BdP) quer manter as condenações.

Em causa estão infrações por alegadas violações das regras de controlo interno e incumprimento nos deveres de implementação de controlo interno, referentes à concessão de crédito por parte da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG), que originaram as coimas, no valor de cerca de cinco milhões de euros, aplicadas em fevereiro de 2019 pelo BdP, ao banco, ao seu antigo presidente António Tomás Correia e a outros sete ex-administradores.

No julgamento, que decorre desde o final de outubro de 2020 no Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão (TCRS), em Santarém, a instituição bancária e sete antigos administradores pediram a impugnação das coimas.

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