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Correio da Manhã

Economia
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TRABALHADORES DA CARRIS EM GREVE AMANHÃ

O dia de amanhã vai ser complicado para os utentes da Carris, pois os trabalhadores vão fazer greve durante 24 horas. Para minimizar os efeitos da paralisação, a empresa disponibiliza transportes alternativos.
11 de Novembro de 2003 às 00:00
A Carris alugou cerca de 230 autocarros para fazerem o percurso de 14 carreiras. Em dias normais, às horas de ponta, circulam em Lisboa 760 veículos, entre autocarros e eléctricos, dando assim para adivinhar horas difíceis na ida para o emprego e no regresso a casa.
Das 14 carreiras alternativas, apenas uma, a 50, fará o percurso completo, de Algés à Estação do Oriente. Quanto às restantes, elas são: 17 (Galinheiras - Praça de Alvalade), 22 (Portela - Areeiro), 26 (Pontinha/Metro - Sete Rios), 28 (Moscavide/Centro - Praça do Comércio), 36 (Calçada de Carriche - Campo Grande/Metro), 42 (Ajuda/Palácio - Poço do Bispo), 46 Portas de Benfica - Sete Rios), 47 (Pontinha/Metro - Campo Grande/Metro), 56 (Calvário - Areeiro), 67 (Damaia --Colégio Militar), 68 (Chelas - Sete Rios), 112 (Campolide/Estação - Calvário), E15 (Algés - Praça do Comércio).
A greve é convocada pela Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (Festru) e é para contestar a reestruturação da empresa, “cujas consequências estão a recair sobre os trabalhadores”, afirmou ao CM Luísa Bota, do sindicato. Segundo adiantou a dirigente sindical, com a reestruturação da empresa, a Carris pretende reduzir 1200 trabalhadores até 2005 e tem uma meta de redução de 500 funcionários até final deste ano “mas já devem ter saído mais”.
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