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Direito de Resposta de Francisco J. Marques

A propósito da notícia “Diretor do FC Porto com pulseira eletrónica”.
18 de Março de 2022 às 01:30
Direito de resposta e retificação de Francisco J. Marques.

Francisco J. Marques vem por este meio, ao abrigo dos artigos 25.º e 61.º da Lei da Imprensa, exercer o direito de resposta e retificação em relação às notícias publicadas nas edições de 16 de março de 2022 do Correio da Manhã, com o título “Francisco J. Marques detido por violência doméstica” e no dia 17 de março de 2022, com o título “Diretor do FC Porto com pulseira eletrónica” e chamada de capa com o título “Diretor do FC Porto fica com pulseira eletrónica”, assinados pela jornalista Tânia Laranjo no Correio da Manhã e que contêm diversas falsidades a propósito de um caso judicial em que estou envolvido. A saber:

1. É mentira que eu tenha sido detido no dia 15 de março para ser ouvido por um juiz no dia 16. Fui inquirido no dia 15 de março e não me foi imposta qualquer medida de restrição da liberdade.

2. É mentira que me tenha sido aplicada uma pulseira eletrónica, ou qualquer outro dispositivo eletrónico.

3. É mentira que eu seja “suspeito de infligir maus-tratos físicos”.

Como já esclareci, e apesar de ter sido alvo de uma queixa que também inclui factos falsos – e, sobre isso, defender-me-ei nos locais próprios –, a imputação de violência doméstica que me é dirigida não inclui quaisquer factos ou denúncias relativos a agressões físicas. Os textos publicados no Correio da Manhã sobre este caso contêm mais informações falsas do que verdadeiras e serão, naturalmente, objeto de participações às entidades competentes.

Francisco J. Marques
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