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“O mais complicado foi ter de lidar com dinheiro”

Jorge Dias e a mulher Susana gerem um quiosque na cidade de Portimão.
J.C.E. 10 de Junho de 2020 às 01:30
Jorge Dias e a mulher Susana gerem um quiosque na cidade de Portimão
Jorge Dias e a mulher Susana gerem um quiosque na cidade de Portimão FOTO: Miguel Veterano
"Na primeira semana após ser declarado o estado de emergência foi assustador. Parecia uma cidade fantasma e quase não tínhamos clientes", recorda Jorge Dias, de 45 anos, que com a mulher - Susana, de 43 - mantiveram sempre aberto o quiosque Portimonense, na baixa de Portimão.

Apesar do receio, o casal nunca equacionou fechar as portas , tendo tomado cuidados para minimizar os riscos. "Fomos os primeiros na cidade a colocar um acrílico para fazer a separação dos clientes", conta Jorge, que revela que "o mais complicado foi ter de lidar com dinheiro". O casal tem dois filhos, mas o mais velho já constituiu a sua família.

O mais novo, de 21, é estudante universitário em Beja. "Ficou sempre lá, de forma a não estarmos todos juntos durante a pandemia", explica.
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