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ADN instala cartaz que procura "ter muito impacto" a cinco dias das eleições

Bruno Fialho diz que cartaz mostra "tudo o que foi vivido nestes dois anos" de pandemia de Covid-19.
Lusa 25 de Janeiro de 2022 às 20:19
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
ADN instala cartaz que procura 'ter muito impacto' a cinco dias das eleições
O presidente do Alternativa Democrática Nacional (ADN), Bruno Fialho, assinalou esta terça-feira que o cartaz inaugurado na rotunda do Marquês de Pombal, em Lisboa, mostra "tudo o que foi vivido nestes dois anos" de pandemia de covid-19.

Perto de duas dezenas de apoiantes do antigo Partido Democrático Republicano (PDR) encontravam-se, cerca das 17:00, junto de uma das principais artérias da capital para assistirem à colocação do cartaz.

O cartaz, que Bruno Fialho disse que "vai ter muito impacto", apresenta uma caricatura dos líderes de PS, António Costa, e do PSD, Rui Rio, de calças no chão, a receberem injeções no fundo das costas, lendo-se, por baixo do apelo ao voto no ADN, que "é só uma dose".

"Se alguém se sentir ofendido com o que está no cartaz, eu digo que ofendidos estão os portugueses que não podem ir visitar os seus familiares que estão nos hospitais, ofendidos ficarão os portugueses que perderam trabalho por causa de regras insanas que são decretadas por um Governo", sublinhou o líder do partido e cabeça de lista por Lisboa.

Questionado sobre a data da montagem do cartaz, a menos de uma semana das eleições legislativas, Fialho disse que apenas agora o partido conseguiu ter os fundos para a sua instalação.

"Foi a altura em que conseguimos ter apoio de cidadãos independentes", referiu.

Segundo Bruno Fialho, o principal objetivo do cartaz é "que os portugueses vejam o que tem acontecido nestes últimos dois anos".

De acordo com o candidato do ADN, os líderes de PS e PSD estão a tentar "fabricar" alterações constitucionais que "imponham regras de ditadura a quem não seja vacinado", dizendo que "é bem pior que os tempos do nazismo, da União Soviética, do fascismo em Itália".

Bruno Fialho elencou algumas das restrições aplicadas desde o início da pandemia para travar a propagação do vírus SARS-CoV-2 e que durante a campanha eleitoral "parece que não existe uma gestão da pandemia para se falar".

Agora, o Governo diz que "toda a gente pode ir votar, até as pessoas que estão infetadas", notou o líder do ADN, acrescentando: "Isto é ridículo".

"Isto não é o meu país, não é Portugal. Portugal tem de ser salvo destas pessoas que estão a governar o país há 47 anos, e qualquer pessoa de bom senso tem de olhar e pensar sobre tudo o que está a acontecer", advogou.

Além dos apoiantes que pediam o "fim da ditadura sanitária", esteve também presente na iniciativa um peluche, o "elefante na sala" que o candidato apresentou no debate dos líderes partidários sem assento parlamentar, da RTP, em que participou remotamente por se recusar a fazer o teste à covid-19.

A covid-19 provocou 5.602.767 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.661 pessoas e foram contabilizados 2.312.240 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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