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Correio da Manhã

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Saber mais sobre Albino Aroso
10:53 | 11/10
Como se ensina um rapaz a ser feminista?

Como se ensina um rapaz a ser feminista?

Não há frases como “pareces uma menina” ou “os rapazes não choram”. Todos partilham tarefas domésticas e dar o exemplo é mais importante do que conversar.
00:30 | 19/09
40 anos

40 anos

Temos uma esperança média de vida que nos coloca entre os melhores.
00:30 | 16/04
A demografia

A demografia

Vemos autarcas e governantes enunciarem ideias de políticas amigas da natalidade, mas nunca muito assertivas.
01:00 | 21/10
Fracturas a cada três segundos

Fracturas a cada três segundos

É uma doença traiçoeira e ‘silenciosa’, que entra de rompante sem darmos conta, pois os avisos que deixa passam despercebidos. A osteoporose afecta cerca de 650 mil pessoas, das quais 590 mil são mulheres. "Trata-se de uma ameaça invisível. É uma doença crónica, em que não podemos ver ou sentir o que vai acontecendo com os nossos ossos até que um deles parte", explica ao CM Albino Aroso, presidente da Associação Portuguesa de Osteoporose (APO).
00:00 | 28/10
Notáveis do Porto no combate à droga

Notáveis do Porto no combate à droga

Quinze personalidades do Porto apelaram ontem ao primeiro-ministro, José Sócrates, e ao ministro da Saúde, Correia de Campos, para que retomem o programa de combate à droga ‘Porto Feliz’.
00:00 | 11/04
Mulheres devem ver ecografia

Mulheres devem ver ecografia

A mulher que pretende interromper a gravidez deve ser informada do nível de desenvolvimento do embrião e, por isso, ser confrontada com a respectiva ecografia. A recomendação foi feita pelo Presidente da República, que ontem promulgou a nova lei sobre o aborto, mas fez questão de deixar uma vasta lista de advertências à Assembleia da República.
00:00 | 30/01
Cartaz de apelo ao voto

Cartaz de apelo ao voto

O médico que colou no exterior de uma janela da extensão de saúde de Almancil um cartaz que fazia referência ao aborto, na passada quinta-feira, disse ontem ao CM que considera não ter cometido uma ilegalidade, como o movimento ‘Algarve pela Vida’ denunciou, e justifica: “O cartaz estava fora do edifício. Penso que ali é um espaço público.”
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