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Correio da Manhã

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Saber mais sobre Medra
00:32 | 02/08
De cortar os pulsos

De cortar os pulsos

Trata-se certamente de uma interpretação maliciosa dos repórteres. A lista de Lisboa não cumpre a lei da paridade?
00:30 | 12/05
O boneco é lindo

O boneco é lindo

Não, não é milagre, é ano de eleições. Há que atrair o voto, florescem ideias.
01:00 | 18/08
Não medra morre

Não medra morre

O caricato é que o discurso interno típico de ‘capatazes’ é de exigência de resultados.
00:00 | 09/01
O verdadeiro almanaque

O verdadeiro almanaque

O ‘Borda d’Água’ sobrevive aos tempos, com saber científico e popular conjugado em doses certas
09:00 | 30/05
Para além do ressentimento

Para além do ressentimento

Da humilhação nasce o ressentimento, que perdura e impulsiona para o ajuste de contas, de que a vingança é o principal subproduto
00:00 | 26/04
O factor casa

O factor casa

Os benfiquistas encaram o dérbi com apreensão, o moral está em baixo por causa dos maus resultados e das moléstias na grande família. Mas o maior foco de preocupação é a boa forma e a grande eficácia que a equipa leonina vem evidenciando nas últimas semanas, associadas à desconfiança relativamente a Fernando Santos, incapaz de empolgar a Luz.
17:00 | 11/09
Uma falsa questão

Uma falsa questão

Bush e Blair há muito que deveriam estar demitidos. Foram incompetentes, cínicos e enganaram toda a gente (...)
00:00 | 16/09
Teatros iniciam nova temporada

Teatros iniciam nova temporada

O Teatro Nacional S. João (TNSJ), Porto, abre esta noite a temporada 2005/06 com a reposição do espectáculo ‘UBUs’, de Ricardo Pais, a partir da peça maldita que Alfred Jarry escreveu na transição do séc. XIX para o XX. Estreada com grande polémica em 1896, a peça, que abre com a palavra ‘medra’, continua a causar perplexidade nos nossos dias.
00:00 | 29/12

O PASSADO E O FUTURO

Não há País que resista a uma vivência de sacrifícios permanentes, sempre pagos por quem menos tem, enquanto medra a fraude e a evasão fiscal.
20:50 | 10/09

UM CRIME MISERÁVEL

Primeiro a incredulidade. Logo o terror. Depois a dor e o sofrimento. Sobretudo a surpresa pela descoberta da imensa fragilidade de um mundo cada vez mais global. Ainda e sempre a vingança.
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