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Correio da Manhã

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Saber mais sobre Vanessa Sequeira
00:28 | 01/12
Vanessa assassinada

Vanessa assassinada

Raimundo Lima, suspeito de violar e assassinar a investigadora portuguesa Vanessa Sequeira, de 36 anos, começa segunda-feira a ser julgado pelo Tribunal do Estado do Acre, no norte do Brasil.
00:00 | 09/11
Português baleado morre nos braços da mulher

Português baleado morre nos braços da mulher

Márcia Pereira assistiu à violenta morte do marido. Depois dos quatro tiros que foram disparados contra António, no Rio de Janeiro, foi ela quem chamou a ambulância e avisou as autoridades. “Ele ainda foi levado para o hospital, mas não havia nada a fazer. Morreu nos braços da minha irmã”, contou ao CM Márcio Claro, irmão gémeo de Márcia.
00:00 | 02/11
Empresário português assassinado

Empresário português assassinado

O irmão do conhecido pianista Adriano Jordão foi assassinado a tiro, há duas semanas, numa cabana da Praia do Sul, em Ilhéus, a 465 Km de São Salvador da Baía. A Polícia ainda não fez detenções, mas suspeita que Manuel Jordão, um empresário de 44 anos, foi morto por encomenda.
00:00 | 08/09

Era uma guerreira

Um momento de partilha de dor – foi assim que anónimos, familiares e amigos deram o último adeus à investigadora portuguesa Vanessa Sequeira, assassinada no Brasil e sepultada ontem em Sobrainho dos Gaios, Proença-a-Nova.
00:00 | 07/09

População chocada com morte horrível

A investigadora portuguesa violada e assassinada no Brasil percorreu o Mundo, mas era numa pequena aldeia de Proença-a-Nova que se sentia em casa: passava férias em Sobrainho dos Gaios (Alvito da Beira) e era aqui que Vanessa Sequeira, de 36 anos, pensava viver no futuro, numa casa típica recuperada.
00:00 | 06/09

Investigadora portuguesa assassinada na Amazónia

Violada e espancada. Foi assim que morreu, domingo, a investigadora portuguesa Vanessa Sequeira, 36 anos, no interior do Estado brasileiro do Acre, próximo da cidade de Sena Madureira, em plena floresta amazónica. O suspeito do crime já foi detido pelas autoridades policiais. Tem cadastro e encontrava-se em liberdade condicional. Nega a autoria do assassinato, mas não consegue explicar as manchas de sangue na roupa.
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