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Portugal assina acordo para 3.ª fase do apoio à preservação da Ilha de Moçambique

Cooperação Portuguesa pretende apoiar a preservação e reabilitação do património histórico e cultural local.
Lusa 2 de Dezembro de 2020 às 10:47
Tartarugas verdes, ambientalistas, extinção, extermínio, Ilha de Moçambique, Carlos Serra, ambientalista
Tartarugas verdes, ambientalistas, extinção, extermínio, Ilha de Moçambique, Carlos Serra, ambientalista
O Governo português, através do instituto Camões, vai assinar com as autoridades moçambicanas a terceira fase do 'cluster' da Cooperação Portuguesa no âmbito do apoio à preservação e reabilitação do património histórico e cultural local.

De acordo com uma nota da embaixada portuguesa em Maputo, o acordo, a ser assinado na quinta-feira na Ilha de Moçambique, será rubricado pela ministra moçambicana da Cultura e Turismo, Edelvina Materula, e pela embaixadora de Portugal em Moçambique, Maria Amélia Paiva.

Na sua segunda fase, no período 2015-2018, o 'cluster' da cooperação portuguesa na Ilha de Moçambique incluiu um orçamento de um milhão de euros para implementação, segundo dados avançados à Lusa pela embaixada em 2019.

Na agenda desta nova visita de trabalho à ilha, segundo a nota, está também prevista a assinatura de um outro acordo com a Universidade de Lúrio, que deverá ser representada na ocasião pela vice-reitora, Sónia Maciel.

"Este Acordo permitirá o aprofundamento das atividades de caráter científico previstas para a componente de reabilitação do património cultural do `cluster´", refere a nota.

A nova visita de trabalho à ilha de Moçambique começa na quarta-feira, com entrega formal, pela embaixada de Portugal, do equipamento da nova sala de informática ao Instituto Médio Politécnico local.

No âmbito das comemorações do bicentenário como cidade, em 2018, Portugal organizou um total de sete exposições na Ilha e em Maputo, dois seminários, além de dois documentários e mais sete atividades ligadas à cidadania e a boas práticas.

Ocupando uma área de um quilómetro quadrado, a Ilha de Moçambique, na província de Nampula, foi a primeira capital de Moçambique, permanecendo de pé diversos monumentos históricos, como a Fortaleza de São Sebastião.

Em 1991, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) considerou a Ilha de Moçambique Património Mundial da Humanidade.

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