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Desarmamento de 5.000 guerrilheiros em Moçambique prestes a arrancar

Medida surge na sequência dos acordos de paz e cessação de hostilidades assinados em agosto de 2019.
Lusa 18 de Março de 2020 às 09:29
Tropas governamentais enviaram reforços para a Gorongosa, bastião da Renamo
Tropas governamentais enviaram reforços para a Gorongosa, bastião da Renamo FOTO: Andre Catueira/Lusa
O desarmamento de 5.000 guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição no país, está prestes a arrancar, diz em entrevista à Lusa o líder daquela força política, Ossufo Momade.

"Na próxima semana [a que decorre] vamos reiniciar o processo", refere, na sequência dos acordos de paz e cessação de hostilidades assinados em agosto de 2019 com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.

Passados sete meses, ainda nenhum guerrilheiro entregou as armas, excetuando 10 oficiais da Renamo indicados para integrar o Comando-Geral da Polícia moçambicana e que concluíram instrução em novembro.

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