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Isabel dos Santos ataca Angola por “prova fabricada”

Empresária diz que documento sem credibilidade serviu para bloquear os seus ativos.
Correio da Manhã 27 de Maio de 2020 às 01:30
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos e o marido
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos e o marido
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos e o marido
Isabel dos Santos
Isabel dos Santos

Isabel dos Santos acusou esta terça-feira a Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola de ter usado uma alegada "prova fabricada no processo de arresto de bens" da filha do ex-presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. A empresária angolana alega que a PGR de Angola usou "um memorando, cuja autenticidade nunca foi comprovada pelo tribunal ou pelas autoridades de Angola ou Portugal", para conseguir junto do tribunal a decisão de arresto dos seus bens.

Em causa, segundo um comunicado ontem emitido pela empresária, está "uma transação comercial falsa supostamente envolvendo Isabel dos Santos", que é relatada nesse memorando. Esse memorando "não assinado e não datado", segundo o comunicado, está anexado a uma carta oficial dos Serviços de Inteligência angolanos.

"Esta carta e memorando foram ambos entregues ao tribunal pela Procuradoria angolana como prova para sustentar que a Engª. Isabel dos Santos tinha a intenção de vender a sua participação na empresa Unitel a um investidor não nomeado dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e por esta via dissipar o seu património", refere o comunicado. A empresária diz que não conhece nenhum empresário dos EAU e que não quis, nem quer, vender a Unitel.

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