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Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana

Força de Reação Rápida Portuguesa foi chamada a intervir para proteger a população na sequência do confronto grupos armados.
Sérgio A. Vitorino 6 de Junho de 2020 às 10:29
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
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Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
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Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
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Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
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Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Militares Portugueses regressam à base após complexa operação a 650 km da capital da República Centro-Africana
Após um mês de uma complexa operação de paz das Nações Unidas (MINUSCA), na região de Ndélé, a cerca de 650 Km da capital da República Centro-Africana, Bangui (5 dias de viagem), os militares do Exército e da Força Aérea da 7ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, maioritariamente composta por Paraquedistas, regressaram à base na passada quinta-feira.
A Força de Reação Rápida Portuguesa foi chamada a intervir para proteger a população civil local, na sequência do confronto entre elementos de grupos armados de duas etnias – Goula e Rounga – no passado dia 29 de abril, que resultou na morte de 30 pessoas (entre as quais 21 civis), 50 feridos e mais de 8000 deslocados. 
Militares portugueses regressam à base após complexa operação na República Centro-Africana
Nesta operação de manutenção de paz, os militares portugueses realizaram várias patrulhas conjuntas com forças de “capacetes azuis” do Paquistão e do Nepal, nas proximidades da cidade de Ndélé. Destas, resultou um confronto entre os Paraquedistas Portugueses e um grupo armado, bem como a captura de vários elementos, procurados pelas autoridades pelo presumível envolvimento nos confrontos de 29 de abril.
Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e contribuiu para o estabelecimento de um ambiente estável e seguro na cidade de Ndélé.
Esta é a 7ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o atual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.
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