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Correio da Manhã

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Navio "Zaire" da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné

Navio patrulha está há três anos a formar e auxiliar a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe.
Sérgio A. Vitorino 14 de Fevereiro de 2021 às 09:12
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
Navio 'Zaire' da Marinha portuguesa realiza ações de apoio a barcos atacados por piratas no Golfo da Guiné
O navio patrulha "Zaire", da Marinha Portuguesa, que está há três anos a formar e auxiliar a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, no combate à pirataria marítima no Golfo da Guiné, realizou na última semana várias ações de apoio a navios atacados por piratas, anunciou o Estado-Maior-General das Forças Armadas.

No dia 7 de fevereiro, o "Zaire" foi ativado, para prestar auxílio ao navio mercante Sea Phantom, que estava a ser alvo de um ataque de piratas, cerca de 120km a nordeste da Ilha do Príncipe.

Quando se encontrava a navegar para a posição do ataque, foi informado que o Sea Phantom, já não necessitava de auxílio e que se iria dirigir para os Camarões.

No dia 8 de manhã, o Zaire recebeu informação de novos ataques em curso, a dois navios mercantes, numa posição cerca de 100km a sudeste da ilha de São Tomé (Seaking e Madrid Spirit), tendo-se dirigido imediatamente para o local.

"Após definição de uma área de risco de ataques, o navio iniciou patrulha, por forma a garantir a segurança da navegação, e dissuadir os ataques dos piratas", explica o EMGFA.

No dia 9 de fevereiro, o Zaire realizou o acompanhamento do navio mercante African River, de Bandeira Portuguesa, que atravessou a área e se encontrava em trânsito para o Porto Gentil no Gabão.

No dia 10 prestou auxílio ao navio mercante Maria E, que tinha sofrido um ataque na véspera, e cuja tripulação se encontrava refugiada na cidadela do navio. "O Maria E foi acompanhado pelo Zaire durante mais de 13horas e 250km até efetuar a passagem do navio em segurança a uma Fragata da Guiné Equatorial, país para o qual o navio mercante se dirigia".

No dia 11 de fevereiro, o Zaire detetou e acompanhou a embarcação de pesca LIANG PENG YU até entrar nas águas territoriais do Gabão. "A embarcação foi inspecionada pelas autoridades Gabonenses, que comunicaram esta ter sido alvo de um ataque de piratas que raptaram 10 dos seus 14 tripulantes", relatam as Forças Armadas.

No dia 12 de fevereiro, o navio português continuou a sua patrulha, tendo regressado na manhã do dia seguinte à Baia Ana Chaves, em São Tomé
"O navio português, atualmente operado por uma guarnição mista, constituída por militares portugueses e santomenses, prossegue a sua missão de Capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, ilustrando a importância da cooperação bilateral entre estes dois países lusófonos, contribuindo, através de um esforço conjunto, para a segurança na região", destaca o EMGFA.
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