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Porta-voz de Sissoco Embaló diz que não há golpe de Estado na Guiné-Bissau

Sissoco Embaló autoproclamou-se Presidente depois de ter sido dado como vencedor pela CNE.
Lusa 1 de Março de 2020 às 21:15
Umaro Sissoco Embaló, autoproclamado presidente da Guiné-Bissau (de camisa branca com a faixa presidencial) celebra com Nuno Nabian, primeiro-ministro
Umaro Sissoco Embaló, autoproclamado presidente da Guiné-Bissau (de camisa branca com a faixa presidencial) celebra com Nuno Nabian, primeiro-ministro FOTO: EPA
O diplomata Hélder Vaz, mandatado para falar à Lusa por Umaro Sissoco Embaló - vencedor declarado das eleições presidenciais da Guiné-Bissau -, afirmou este domingo que não há um golpe de Estado e que houve uma tentativa de subverter a verdade eleitoral.

"Não houve um golpe de Estado na Guiné-Bissau, houve sim desde as eleições do dia 29 de dezembro uma tentativa da parte de quem perdeu as eleições de subverter aquilo que é a verdade eleitoral, subverter os órgãos de justiça e submeter a Comissão Nacional de Eleições (CNE)", afirmou à Lusa Hélder Vaz, embaixador da Guiné-Bissau em Portugal e mandatado para falar à imprensa por Umaro Sissoco Embaló, que se autoproclamou Presidente depois de ter sido dado como vencedor pela CNE, apesar de existirem recursos judiciais pendentes.

Segundo Hélder Vaz, aquela subversão é "completamente ilegal" e, por isso, "houve uma reação da parte do parlamento" para "dirimirem uma situação que estava cada vez mais confusa e que se ia prolongando para lá do aceitável".

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