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Correio da Manhã

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ADN trama pedófilo 30 anos depois de violar e matar duas crianças

Russell Bishop, de 52 anos, é suspeito de ter abusado sexualmente e estrangulado até à morte Karen Hadaway e Nicola Fellows.
21 de Outubro de 2018 às 10:10
Russel Bishop
Karen Hadaway
Nicola Fellows
Russel Bishop
Karen Hadaway
Nicola Fellows
Russel Bishop
Karen Hadaway
Nicola Fellows
Mais de 32 anos depois de ter, alegadamente, abusado sexualmente e estrangulado até à morte Karen Hadaway e Nicola Fellows, uma correspondência de ADN pode via a condenar Russel Bishop de 52 anos. 

O homem, condenado por pedofilia, era até agora considerado inocentes do homicídio de duas crianças de nove anos, Karen Hadaway e Nicola Fellows, em 1986, num parque público da cidade de Brighton, em Inglaterra.

As duas meninas desapareceram das suas casas a 9 de outubro de 1986. Os corpos foram encontrados no dia seguinte nas colinas de South Downs, no sudeste de Inglaterra. 32 anos depois, ninguém foi responsabilizado. 

Agora, devido aos avanços no que toca aos testes de ADN, um Tribunal de Recurso anulou a absolvição de Russel.

O predador sexual foi absolvido em 1987 e vai a um segundo julgamento no Tribunal Central Criminal este ano por ser o único culpado possível do duplo homicídio em função do conjunto de provas recolhido.

As provas incluem uma camisola que Bishop terá usado quando esteve em contacto com as duas meninas e que terá descartado após o crme. A essa peça de roupa foram feitos testes de transferência de fibras, comparações de tinta e análises ao ADN.

"Pode concluir-se que a camisola pertencia obviamente ao arguido, que tinha estado recentemente em contacto com as roupas das meninas e que esse contacto recente só pode ter acontecido na altura dos seus homicídios", constatou o promotor do tribunal, Brian Altman QC.
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