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Correio da Manhã

Mundo

Ajuda portuguesa em Moçambique

Força Conjunta da Proteção Civil purifica quatro mil litros de água por dia.
Rita F. Batista 29 de Março de 2019 às 08:40
Depois das buscas, a prioridade agora é ajudar as populações afetadas
Ciclone Idai
Ciclone Idai
Ciclone Idai
Sobreviventes do ciclone Idai tentam reconstruir a vida em Moçambique
Depois das buscas, a prioridade agora é ajudar as populações afetadas
Ciclone Idai
Ciclone Idai
Ciclone Idai
Sobreviventes do ciclone Idai tentam reconstruir a vida em Moçambique
Depois das buscas, a prioridade agora é ajudar as populações afetadas
Ciclone Idai
Ciclone Idai
Ciclone Idai
Sobreviventes do ciclone Idai tentam reconstruir a vida em Moçambique
Além de ajudarem a distribuir ajuda humanitária às populações afetadas pelo ciclone ‘Idai’, os elementos da Força Conjunta da Proteção Civil portuguesa em missão em Moçambique têm desempenhado tarefas essenciais para ajudar a restabelecer a normalidade, como purificar água e cortar árvores.

São 70 os portugueses que fazem parte da missão, composta por elementos da GNR, INEM e bombeiros, aos quais se juntaram dois funcionários da EDP encarregados de avaliar o estado da rede elétrica.

Em conjunto, têm vindo a desempenhar um papel fulcral na região afetada, como é o caso da vila de Buzi, uma das mais atingidas, e também da cidade da Beira.

Muito do trabalho passa por purificar a água - quatro mil litros por dia - e ensinar à população como funciona o processo, essencial para prevenir as doenças: "Muitas pessoas só tinham acesso à água do rio", explica o chefe da missão, Pedro Nunes.

O corte de árvores em risco é outra das tarefas essenciais para restabelecer a normalidade e evitar acidentes.
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