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Correio da Manhã

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Babysitter matou bebé e entregou-o à mãe dizendo que estava a dormir

Mulher está também indiciada por maus tratos a uma menina de oito meses, apesar de negar o crime.
8 de Maio de 2019 às 10:04
Babysitter Marissa Tietsort acusada de matar criança que estava ao seu cuidado
Babysitter Marissa Tietsort acusada de matar criança que estava ao seu cuidado
Babysitter Marissa Tietsort acusada de matar criança que estava ao seu cuidado
Babysitter Marissa Tietsort acusada de matar criança que estava ao seu cuidado
Babysitter Marissa Tietsort acusada de matar criança que estava ao seu cuidado
Babysitter Marissa Tietsort acusada de matar criança que estava ao seu cuidado
Uma babysitter do estado americano do Wisconsin, que está acusada de homicídio em primeiro grau, depois de um bebé de dois meses que estava ao seu cuidado ter morrido devido a lesões causadas por trauma profundo, negou o crime esta segunda-feira.

Apesar de admitir que escondeu que a criança tinha morrido enquanto estava aos seus cuidados, Marissa Tietsort alega que não é a culpada pela morte do bebé.

Embora a mulher negue o crime, a autópsia revelou que o menino de dois meses morreu devido a ferimentos que tinha na cabeça. Tudo indica que os ferimentos foram causados pelo uso de força.

O caso remonta a outubro do ano passado quando a mulher ocultou a morte da criança. Devolveu-a à mãe embrulhada num casaco e com um chapéu que lhe tapava os olhos. Colocou o bebé na cadeirinha do carro da progenitora, dizendo que o menino estava a dormir.

A mãe acreditou que o filho dormia e seguiu com a irmã no carro para uma lavandaria automática perto da zona onde se encontravam. Só quando parou é que se apercebeu de que o corpo do filho estava gelado. Ainda tentou fazer manobras de reanimação, mas acabou por perceber que o filho já estava morto.

Em janeiro, quando o caso foi noticiado, a ABC relatou que Marissa Tietsort, a babysitter em causa, ficou detida com uma fiança de 437 mil euros.

A mãe deixou o bebé com Marissa por volta das 16h00 do dia 18 de outubro de 2018. Duas horas depois, relata a ABC, Tiesort avisou a mãe de que havia notícias a circular numa estação local que a implicavam num caso de abusos a crianças e pedia à mãe para não dizer a ninguém que ela estava a tomar conta do seu filho, uma vez que estava proibida judicialmente de estar perto de crianças.

Além do bebé de dois meses, Tiesort estava a tomar conta de uma outra criança. De acordo com a queixa recebida pelas autoridades a mãe foi buscar a criança pelas 21h00. O filho foi colocado pela babysitter na cadeirinha do carro da mãe e só mais tarde esta se apercebeu que a criança não estava a dormir, mas sim morta.

Na altura, as autoridades localizaram Tietsort pelas 4h15 da madrugada do dia 19 de outubro. Disse aos detetives que a criança tinha morrido quando estava à sua guarda, mas que não tinha sido ela a matá-lo. No entanto, admitiu ainda que não pediu ajuda e nem sequer tentou fazer manobras de ressuscitação. Afirmou que, quando colocou o menino no carro da mãe, já sabia que este estava morto.

A babysitter também admitiu que, quando o namorado chegou a sua casa, pelas 18h30, não o avisou da morte da criança.

Um perito forense concluiu que o bebé morreu devido a, pelo menos, três impactos violentos que lhe provocaram lesões na cabeça, mas não ficou esclarecido o que terá feito Tiesort para provocar esses ferimentos ao bebé.

Além de estar acusada pelo crime de homincídio, a mulher está também indiciada por maus tratos uma menina de oito meses de quem tomava conta em agosto de 2018.
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