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Correio da Manhã

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Badajoz e Elvas saíram timidamente à rua nas cerimónias de abertura das fronteiras

Cerimónia juntou os chefes de Estado e de Governo de Portugal e Espanha.
Lusa 1 de Julho de 2020 às 16:19
Cerimónia de reabertura das fronteiras entre Portugal e Espanha
Cerimónia de reabertura das fronteiras entre Portugal e Espanha
Cerimónia de reabertura das fronteiras entre Portugal e Espanha
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Cerimónia de reabertura das fronteiras entre Portugal e Espanha
Cerimónia de reabertura das fronteiras entre Portugal e Espanha
Cerimónia de reabertura das fronteiras entre Portugal e Espanha
As populações vizinhas de Badajoz e Elvas compareceram hoje timidamente às cerimónias de reabertura das fronteiras, que juntaram os chefes de Estado e de Governo de Portugal e Espanha, mas não faltaram iniciativas de protesto.

As cerimónias começaram no Museu Arqueológico de Badajoz (Espanha), longe dos olhares dos populares. Na rua, algumas pessoas festejaram a presença do rei com bandeiras de Espanha, enquantoa alguns metros de distancia, cerca de uma dezena de populares gritou pelo fim do regime monárquico.

Já no Castelo de Elvas, no distrito de Portalegre, o Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, o rei de Espanha, Felipe VI, e os chefes de Governo português, António Costa, e espanhol, Pedro Sánchez, foram "recebidos" por um protesto do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), reivindicando o encerramento da central nuclear de Almaraz e da ProToiro-Federação Portuguesa de Tauromaquia contra as políticas do Governo para o setor.

A dirigente de "Os Verdes" Manuela Cunha disse à agência Lusa que o protesto pretendeu exigir o encerramento da central de Almaraz, que fica a 110 quilómetros em linha reta da fronteira portuguesa e que registou, recentemente, dois incidentes.

"Almaraz já devia ter encerrado em 2010, estamos a prolongar o seu prazo de vida e, como qualquer pessoa sabe, como nos seres humanos, como em qualquer máquina, quanto mais velhos mais hipóteses de acidente temos, as centrais é igual. Encerrar Almaraz, que se serve das águas do rio Tejo, que está à beira da zona raiana, é fundamental", disse.

Já do lado da ProTóiro, o presidente da Associação Nacional de Toureiros, Nuno Pardal, explicou à Lusa que "é importante" estar junto do poder político porque o setor está "parado" e exige "igualdade" para que possam desenvolver a sua atividade.

"Continuamos com esperança de conseguir os 50% de lotação nas praças, neste momento estamos só a 25%. É importante estar aqui para mostrar que estamos aqui", disse.

Ambas as manifestações reuniram cerca de 50 pessoas que empunhavam cartazes e gritavam palavras de ordem.

O "aparato" das cerimónias, sem discursos oficiais, marcadas apenas nos dois países com os hinos nacionais e fotografias de família, atraíram poucos populares em Badajoz e Elvas, mas mesmo assim Maria do Carmo, residente na cidade portuguesa, disse à Lusa que a "curiosidade falou mais alto" e decidiu deslocar-se ao local para assistir aos festejos.

Já Mário Dias disse à Lusa que foi assistir às cerimónias porque "é um gosto" escutar os hinos dos dois países, apesar de não nutrir simpatia por "nenhum" dos chefes de Estado e de Governo de Portugal e Espanha.

Em algumas ocasiões o distanciamento social não foi cumprido, tendo um desses momentos sido registado quando Marcelo Rebelo de Sousa "rompeu" o protocolo à chegada e à saída do Castelo de Elvas, cumprimentando alguns populares, na companhia do rei de Espanha, do primeiro-ministro português e do chefe do Governo espanhol.

A fronteira luso-espanhola esteve encerrada três meses e meio devido à pandemia de covid-19, com pontos de passagem exclusivamente destinados ao transporte de mercadorias e a trabalhadores transfronteiriços.

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