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Correio da Manhã

Mundo
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Biden volta a permitir militares transgénero nas Forças Armadas

Novo Presidente assinou decreto que reverte proibição decretada por Trump em 2017.
Ricardo Ramos 26 de Janeiro de 2021 às 08:45
Desde que tomou posse , na quarta-feira, Biden já reverteu várias medidas polémicas do antecessor, Donald Trump
Trump tem menos uma preocupação
Desde que tomou posse , na quarta-feira, Biden já reverteu várias medidas polémicas do antecessor, Donald Trump
Trump tem menos uma preocupação
Desde que tomou posse , na quarta-feira, Biden já reverteu várias medidas polémicas do antecessor, Donald Trump
Trump tem menos uma preocupação
O Presidente Joe Biden reverteu esta segunda-feira o controverso decreto de Donald Trump, que proibia as pessoas transgénero de servir nas Forças Armadas, defendendo que “a força da América encontra-se na sua diversidade”.

“O Presidente Biden acredita que a identidade de género não deve ser um entrave ao serviço militar”, justificou a Casa Branca em comunicado, acrescentando: “Permitir que todos os americanos qualificados possam servir o seu país de uniforme é melhor para as Forças Armadas e melhor para o país porque uma força inclusiva é uma força mais eficaz. É a coisa certa a fazer e é do nosso interesse nacional.”

As pessoas transgénero foram autorizadas a servir abertamente nas Forças Armadas por Barack Obama em 2016, mas Trump anulou a decisão um ano depois, afirmando que as Forças Armadas precisavam de se focar em “obter vitórias decisivas e esmagadoras no terreno” sem o fardo dos “tremendos custos médicos e a perturbação” causada pela admissão de pessoas transgénero.

Desde que tomou posse, na semana passada, Joe Biden, já anulou ou reverteu mais de uma dezena de decisões e medidas de Trump, incluindo a retirada dos EUA do Acordo do Clima de Paris e da OMS, e a controversa proibição de entrada de viajantes provenientes de alguns países muçulmanos.

Supremo rejeita processos contra Trump
O Supremo Tribunal rejeitou dois processos contra Donald Trump por violar as provisões anticorrupção da Constituição ao manter o seu império empresarial. Os juízes consideraram que as queixas deixaram de fazer sentido desde que Trump deixou a Presidência. Os queixosos alegavam que Trump podia ser influenciado por Governos estrangeiros através de investimentos nos seus hotéis, violando a cláusula da Constituição que proíbe os Presidentes de receberem benefícios ou pagamentos do estrangeiro.
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