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Brasil ultrapassa os 400 mil infetados por coronavírus. Covid-19 já matou 25 mil pessoas no país

Nas 24 horas foram registadas mais 1.086 mortes pela Covid-19.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 28 de Maio de 2020 às 07:19
Coronavírus xxx
Coronavírus xxx FOTO: Getty

O Brasil, onde a pandemia continua a avançar em ritmo descontrolado, ultrapassou esta quarta-feira duas dramáticas marcas, a dos 400 mil infetados e a dos 25 mil mortos pelo Coronavírus. Os dados foram divulgados no final da noite num novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde com os números das últimas 24 horas.

De acordo com esse boletim, o Brasil tinha esta quarta-feira 411.821 infetados pelo Coronavírus, três meses depois da confirmação da primeira pessoa infetada no país, em 26 de Fevereiro, um empresário de 61 anos residente em São Paulo, que se curou. Segundo o mesmo boletim, o número oficial de mortes, considerada infelizmente bem abaixo do que o número real de vítimas fatais, era de 25.598.

Nas 24 horas a que o boletim se refere, foram registadas mais 1.086 mortes pela Covid-19, a doença provocada pelo Coronavírus. Já em relação ao número de infetados, o boletim confirmou mais 20.599 casos de terça para quarta.

São Paulo, o estado mais populoso do Brasil, continua a ser também o mais atingido pela pandemia de Coronavírus no país. O Ministério da Saúde confirmou até esta quarta-feira 89.483 infetados no estado paulista, onde também já foram confirmadas 6.712 mortes por Covid-19.

Apesar disso, e seguindo o exemplo de governantes de outras partes do país, o governador do estado de São Paulo, João Doria, anunciou também esta quarta-feira um cronograma de flexibilização gradual das medidas de quarentena, com o início da retomada de algumas atividades não essenciais já a partir da próxima segunda-feira, 1 de Junho. O autarca da capital estadual, a cidade de São Paulo, Bruno Covas, na semana passada defendeu a decretação de um lockdown, ou confinamento total, dada a situação de saturação, em muitos casos já de colapso, nos hospitais públicos paulistanos, mas para isso precisava do apoio do governador, que não concordou.

Doria não aceitou o pedido de Covas alegando não ter forças de segurança em número suficiente para garantir o cumprimento pela população da medida extrema. O governador paulista também avaliou que, embora o Coronavírus continue a alastrar, o ritmo de propagação começou a cair, o que permite iniciar a retomada da normalidade a pouco e pouco, flexibilizando mais nas regiões onde o Coronavírus não está tão disseminado e mantendo rigor nas outras.
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