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Correio da Manhã

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Brian D. Sicknick: O polícia e ex-militar que apoiava Trump e acabou morto a defender o Capitólio da violenta invasão

Tinha 42 anos e era casado. Foi agredido na cabeça com tubos de metal e um extintor e acabou por morrer no hospital.
Pedro Zagacho Gonçalves(pedrogoncalves@cmjornal.pt) 8 de Janeiro de 2021 às 09:01
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
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Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
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Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
Brian D. Sicknick tinha 42 anos e era apoiante de Trump. Morreu após ser agredido a defender o Capitólio de invasão
A Polícia do Capitólio dos EUA está de luto após a morte do agente Brian D. Sicknick, que foi agredido na violenta invasão ao Capitólio encetada por "terroristas domésticos" apoiantes de Donald Trump, e acabou por morrer no hospital.

O agente, de 42 anos, estava em funções naquela força desde 2008. Natural de Nova Jérsia antes esteve ao serviço na Guarda Aérea Nacional dos EUA, tendo servido durante dois anos no Médio Oriente, com participação na Operação Desert Shield e na Operação Enduring Freedom. Foi após deixar a carreira militar que ingressou na polícia.

Nas redes sociais protegia a família e a sua privacidade mas, pelas publicações feitas é possível perceber que era apoiante de Donald Trump. Segundo o Heavy e o Daily Beast, são várias as referências feitas ao partido republicano e uma das suas capas da página de redes sociais é mesmo um avião de Trump. São várias as imagens de bandeiras dos EUA, águias-carecas (símbolo dos EUA) e paradas do 4 de julho (Dia da Independência) que Brian partilhava, mostrando o seu lado patriota.

Vivia em Springfield, Virginia e foi uma dos primeiros agentes a responder à violenta invasão do Capitólio, em Washington, protagonizada por apoiantes de Donald Trump que semearam o caos na Casa da Democracia norte-americana e deixaram um rasto de destruição e morte.

Deixa uma viúva: era casado com Kristie Greeson, uma representante de vendas de uma empresa de minerais, pedras e cerâmicas. Como o casal mantinha a sua privacidade nas redes sociais, e a família ainda não se pronunciou sobre a sua morte, não é conhecido que Brian e Kristie tivessem filhos.

Segundo o New York Times e o Daily Beast, o agente foi agredido na cabeça com tubos de metal e um extintor na cabeça. Voltou para a esquadra mas colapsou. Com um coágulo no cérebro, ficou em estado crítico, ligado a um ventilador e viria a morrer. As causas da morte estão a ser investigadas. "Não é claro que tenha sido a pancada a causa imediata da morrte, também foi atingido poor um agente químico, o que terá contribuído ara a sua morte" adianta fonte policial ao The Times. O FBI investiga a morte do agente como "um possível caso de homicídio federal".
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