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"Chamam-me negro": Diretor-geral da OMS diz estar a ser vítima de racismo "há três meses"

Tedros Ghebreyesus recusou comentar declarações de Trump, que anunciou suspensão de dotação financeira à organização.
Correio da Manhã 8 de Abril de 2020 às 17:28
Tedros Adhanom Ghebreyesus
Tedros Adhanom Ghebreyesus
Tedros Adhanom Ghebreyesus
Tedros Adhanom Ghebreyesus
Tedros Adhanom Ghebreyesus
Tedros Adhanom Ghebreyesus
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse estar a ser vítima "há três meses" de racismo. "Chamam-me negro, o que muito me orgulha, mas são três meses e por isso decidi denunciar agora" disse Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O responsável da OMS falava durante a habitual conferência de imprensa sobre o balanço da pandemia de coronavírus realizada na tarde desta quarta-feira a partir de Genebra, na Suíça.

Confrontado pelo anúncio, esta terça-feira, de Donald Trump, segundo o qual os Estados Unidos iram suspender a dotação financeira à OMS por discordar da política de comunicação daquela agência da Organização das Nações Unidas, Tedros Ghebreyuesus recusou responder diretamente.

"Dêem uma quarentena à politização do coronavírus", limitou-se a afirmar o responsável máximo da OMS.
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