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Cientistas perfuram crânios de macacos em testes cruéis na Europa

Caso que ocorre numa universidade na Bélgica foi divulgado pela Animal Defenders International nas redes sociais.
Correio da Manhã 22 de Setembro de 2020 às 18:27
Cientistas perfuram crânios de macacos em testes cruéis na Europa
Cientistas perfuram crânios de macacos em testes cruéis na Europa FOTO: Direitos Reservados
Os cientistas da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, estão a ser alvo de críticas por parte de ativistas depois da Animal Defenders International ter divulgado um vídeo onde é possível ver vários macacos com o crânio perfurado, para a realização de estudos na luta contra a doença de Alzheimer.

Pesquisas idênticas, realizadas anteriormente e com os mesmos métodos, permitiram um avanço na investigação ao Alzheimer.
Por outro lado, o grupo de ativistas pede agora o fim das experiências em animais, que acreditam ser mortos após os estudos.

A ativista Jen Hochmuth apelida a utilização de macacos nestes testes como "experiências cruéis e inúteis que só servem para satisfazer a curiosidade de cientistas sem compaixão".

O grupo de ativistas revela ainda que dezenas de animais estão presos em laboratórios para a realização dos estudos.

Estas pesquisas levam a que vários elétrodos sejam colocados no cérebro dos macacos através de furos no crânio. Os animais ficam depois com uma haste ligada ao crânio.

A universidade belga defende-se com o facto de não existirem alternativas boas o suficiente para substituir os macacos nestes testes. Revelam ainda que a medicação contra o Alzheimer que está a ser testada em humanos já tinha sido considerada segura devido a testes realizados em macacos.
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