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Correio da Manhã

Mundo
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Dezenas de feridos em protesto contra Trump

Hamas e Hezbollah condenam decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital e pedem nova ‘Intifada’ contra Israel.
Francisco J. Gonçalves 8 de Dezembro de 2017 às 01:30
Protestos anti Trump após decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
Protestos anti Trump após decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
Protestos anti Trump após decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
Protestos anti Trump após decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
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Protestos anti Trump após decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
Protestos anti Trump após decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
A decisão do presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel já está a gerar vagas de violência. Ontem, nos territórios palestinianos da Cisjordânia, pelo menos 31 manifestantes foram feridos por balas de borracha e disparos de fogo real das tropas de Israel. Os protestos multiplicaram-se pelo mundo muçulmano enquanto se avolumam as condenações da decisão de Trump, que será hoje debatida no Conselho de Segurança da ONU.

Os confrontos de ontem levaram Israel a deslocar centenas de novos efetivos para os territórios ocupados na margem ocidental do Jordão. Os protestos registaram-se enquanto o grupo militante palestiniano Hamas e o libanês Hezbollah apelaram a uma nova ‘Intifada’ contra Israel. Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, foi à TV controlada pelo grupo xiita para classificar a decisão de Trump "uma agressão flagrante" para com o mundo árabe e muçulmano. O Hamas, por seu lado, apelou a um ‘Dia de Raiva’, hoje, contra Israel. Dois rockets foram também lançados da Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, mas não chegaram ao território israelita.

O presidente russo, Vladimir Putin, e o homólogo turco, Tayyip Erdogan, falaram ao telefone e manifestaram preocupação com a decisão de Trump. Por seu lado, Federica Mogherini, chefe da diplomacia da UE, reafirmou que Jerusalém "deve ser a capital de dois Estados": de Israel e do futuro Estado palestiniano.
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