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Correio da Manhã

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Dois mortos a tiro em motins nos Estados Unidos

Jovem de 19 anos e polícia perdem a vida nos violentos protestos em Detroit e Oakland.
Marta Ferreira 31 de Maio de 2020 às 09:19
Caos nos EUA: Manifestantes incendeiam esquadra em Minneapolis em protesto contra morte de George Floyd
Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
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Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
Caos. Esta é a palavra que define o ambiente que se vive atualmente nos Estados Unidos (EUA). A morte do afro-americano George Floyd às mãos de um agente da polícia em Minneapolis originou uma onda de revolta no país.
Os protestos multiplicam-se nas várias cidades dos EUA e já provocaram duas mortes.

A primeira ocorreu ao final da noite de sexta-feira em Detroit. Um jovem de 19 anos foi baleado durante um protesto por um suspeito que passava de carro e atirou a matar contra a multidão, segundo avança a comunicação social local. Este sábado foi registado um segundo óbito, um polícia em Oakland, na Califórnia. Só em Nova Iorque já há mais de 200 detidos e os confrontos estão a subir de tom. Além de Minneapolis, os protestos, intitulados ‘Nós não conseguimos respirar’, em referência às últimas palavras proferidas por Floyd, têm acontecido em cidades como Nova Iorque, Atlanta e Washington.

E não acalmaram com os despedimentos de três agentes da autoridade envolvidos no caso nem com a acusação de homicídio de Derek Chauvin, o ex-polícia que colocou o joelho sobre o pescoço de Floyd. Chauvin já tinha sido alvo de 18 queixas de violência e vai permanecer detido, a não ser que pague 500 mil dólares de fiança.

Muitos dos manifestantes entoaram cânticos como "Sem justiça, não há paz" e outros exibiram cartazes a pedir o fim da "brutalidade policial". No centro de Atlanta, perto da sede da cadeia de televisão CNN, manifestantes destruíram lojas e a polícia lançou granadas de gás lacrimogéneo. Alguns manifestantes atiraram pedras contra o edifício da CNN e vários veículos da polícia foram destruídos com pedras e outros objetos contundentes. Pelo menos um foi incendiado.

A Casa Branca também foi cercada e o presidente Donald Trump ameaçou, no Twitter, que quem violasse a cerca do edifício seria recebido "com os cães mais cruéis e as armas mais ameaçadoras".

PORMENORES
Guarda Nacional
O governador do Kentucky, Andy Beshear, acionou a Guarda Nacional de modo a conseguir controlar os protestos. Já o Minnesota reforçou os operacionais de 700 para 2500 visto que na sexta-feira os soldados foram cercados pelos manifestantes.

Grupos organizados
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os protestos que lançaram o caos em várias cidades na noite de sexta-feira não têm a ver com George Floyd e foram protagonizados por "grupos organizados". A mesma opinião foi manifestada por vários governadores.
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