Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo

“Estou a mudar vidas”: Professora despede-se para vender fotos nua na Internet. Ganha mais de 100 mil euros por mês

Mulher de 33 anos, casada e com um filho, garante que tem o apoio da família na nova aventura profissional.
Correio da Manhã 15 de Janeiro de 2021 às 19:35
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora
Courtney era professora

Courtney Tilla era professora do ensino especial mas cansou-se da rotina escolar das salas de aula e, agora, abraçou um novo desafio que lhe está a render um salário de mais de 100 mil euros por mês. A norte-americana, de 33 anos, natural do Arizona, deixou o emprego como docente para se dedicar à venda de conteúdos pornográficos na Internet.

A mulher, casada e com um filho, garante ao Daily Star não ter "vergonha de ser uma trabalhadora do sexo", assegura que o marido apoiou a sua decisão de se entregar a uma nova profissão e que a família validou a sua nova ocupação.

"Ganho muitíssimo mais do que o que ganhava como professora. E tenho feito ainda mais dinheiro durante a pandemia, porque as pessoas estão confinadas, presas em casa, e querem apreciar o conteúdo que eu produzo. Quando era professora, a minha família passava por muitas dificuldades económicas", revela Courtney.

No Instagram, a beldade tem mais de 160 mil seguidores e levanta a o véu às fotografias e vídeos escaldantes que os utilizadores podem encontrar na sua página na plataforma OnlyFans, onde vende fotos e vídeos de si nua. "Assim consigo ter liberdade financeira e garantir mais do que o que a minha família precisa", defende.

Courtney conta que, após trabalhar numa escola durante seis anos "estava numa fase muito negra" da vida e começou a odiar o trabalho. "A escuridão começou a contaminar outras áreas da minha vida", explica a norte-americana que quer também ser um exemplo para que outras mulheres exprimam a sua sexualidade sem medos.

"Trabalho com centenas de mulheres na América, Austrália, Europa, em todo o mundo. Estou a mudar vidas e a ajudá-las, assim como aos nossos clientes, a quebrara as barreiras da vergonha e da culpa que lhes foram importas por quererem ser livres e expressar livremente a sua sexualidade".

Ver comentários