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Correio da Manhã

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EUA aplicam sanções mais duras à Rússia

Washington deu 90 dias a Moscovo para tomar medidas ou ameaça agravar sanções.
Francisco J. Gonçalves 10 de Agosto de 2018 às 01:30
Donald Trump e Vladimir Putin
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Putin e Trump
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Donald Trump e Vladimir Putin
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Putin e Trump
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Donald Trump e Vladimir Putin
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Putin e Trump
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Donald Trump e Vladimir Putin reunidos em Helsínquia
Os EUA anunciaram novas sanções à Rússia por causa do ataque com o agente de nervos de fabrico russo Novichok contra o ex- -espião Sergei Skripal e a filha, Yulia, em março, no Reino Unido. Ficam restringidas, a partir de dia 22 deste mês, as exportações de tecnologia sensível se a Rússia não cumprir várias condições, entre elas a permissão de inspeções para verificar se estão a ser fabricadas na Rússia armas químicas e biológicas, em violação das normas internacionais.

As sanções deverão ainda passar pela revogação dos direitos de aterragem da companhia russa Aeroflot e a suspensão de laços diplomáticos, se a Rússia não tomar medidas "de remediação" num prazo de 90 dias.

Recorde-se que, no final de março, os EUA expulsaram 60 russos por suspeitas de espionagem, como parte de uma reação global ao ataque, que deixou Skripal e a filha em estado crítico após o ataque, em Salisbury, Inglaterra.

Os produtos tecnológicos que deixarão agora de ser exportados dos EUA para a Rússia incluem turbinas de gás, circuitos integrados e equipamento de calibragem usado no fabrico de aviões. A Rússia nega qualquer implicação no ataque de 4 de março.

PORMENORES
Reino Unido agradece
O governo britânico saudou o anúncio de novas sanções, considerando que mandam "uma forte mensagem à Rússia" de que não pode ter atos de provocação como o uso de armas químicas numa cidade britânica.

Vítimas acidentais
O alegado ataque russo com Novichock acabou por fazer uma vítima mortal. A britânica Dawn Sturgess morreu em julho depois de mexer numa garrafa contaminada com o agente de nervos usado contra Sergei Skripal e a filha. Charlie Rowley, companheiro de Dawn, foi também afetado mas sobreviveu.
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